Não tenho a mania que sou adivinho. Quando escrevi que o acordo entre os sindicatos e o governo era um aperto do mão financeiro foi também porque percebi o esfregar de mãos do verdadeiro mentor da coisa.
Com a crise grega como pano de fundo, cai sobre Portugal o aperto do PEC. Não conseguimos transmitir a imagem de que somos capazes de organizar as finanças. Veja-se para onde foi a brutal injecção de dinheiro que fez elevar o défice. No sul da europa a corrupção grassa.
Não me venham com a ladainha que a avaliação do desempenho dos professores, esta pelo menos, é essencial para a redução da despesa. É mentira. Este modelo é inexequível, injusto e não distingue verdadeiramente quem quer que seja e ponto final. Há aspectos que fazem reduzir a despesa: o zero nos aumentos salarias, a inexistência de progressões na carreira e a redução do número de professores. Afinal, a política salarial, e de gestão de recursos humanos, que se fez ao longo da década; e foi somente isso que se acordou. Por tudo isto, é ainda mais revoltante o que se está a passar com os professores contratados e com o limbo agoniante que se assiste nos diplomas mais mediatizados.
Só hoje reparei no imbróglio do concurso dos contratados. É efectivamente inadmissível esta situação.
ResponderEliminarE o que mais aí virá! Entre a bola e Agosto...
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