Quem não se lembra do apuramento de responsabilidades (accountability) que atravessava os órgãos de comunicação social de uma ponta à outra nos anos de 2002 a 2008?
Não havia dia em que não aparecesse um qualquer arauto da modernização da máquina do estado, e da redução da descontrolada despesa, que não se lamentasse da falta de avaliação dos funcionários públicos que implicava um desperdício sem fim.
Pois foi: os especialistas em avaliação das organizações e dos seus recursos humanos estavam tão preocupados com o desempenho dos serviços do estado que não tiveram disponibilidade para fiscalizar a actividade da banca (que apresentava lucros anuais astronómicos); mas confessaram: "nessa área, o que é recomendado é persuadir para agir dentro da lei e da ética".
O homem da persuasão já vai como Vice do Banco Central Europeu...
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