A polémica à volta do salto dos alunos do 8º para o 10º está a ocupar a agenda mediática. Veja-se lá, como pode ler aqui, que a avaliatite incontinente que contaminou as cabecinhas do ME está a caminho da assembleia da República pela mão do "inefável" presidente do CDS-PP. É bom recordar, que na última vez que este senhor esteve no governo nomeou uma secretária de estado da Educação de péssima memória e que dizia coisas bárbaras como as que pode ler aqui ou aqui. Estamos entregues, sem dúvida, a uma agenda de casos, em que os extremos se tocam, e em que apenas a memória pode prestar um bom serviço à nação.
Dizia-me a directora de turma de um oitavo ano: "tenho dois alunos com dezassete anos, uns turistas conscientes, que estão constantemente no limite de faltas - um até já reprovou por faltas depois de lhe ter feito sei lá o quê e ainda teve a lata de recorrer para a direcção regional - carregados de negativas e vão agora poder fazer exame do 9ºano, havendo na mesma turma alunos com a mesma idade, e outros mais novos, obviamente, que se esforçarm e estudaram muito e o "máximo" que conseguem é a passagem para o 9º ano; bem sei que os tais dois vão reprovar nos exames, mas como é que explico esta coisa aos outros?".
É esta intersecção do real com as mentes deste ME que nos deixa perplexo. Mas o que é que levou esta gente a decidir uma coisa destas? Digam lá se não tenho razão quando escrevo que têm de registar com frequência a temperatura corporal na estratosfera?
Rol de malucos, sem pestanejar.
ResponderEliminarjustificam vários pares de
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ResponderEliminar"- Aí Agostinho.
- Aí Agostinha.
- Que rico vinho.
- Vai uma pinginha .
- Este país perdeu o tino.
- A dar ao fino, a dar ao fino.
- Este país é um colosso.
- Está tudo grosso, está tudo grosso.
- Anda tudo a fazer pouco...da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Falam prá aí que há admissões e admissões, que nos partidos andam todos á atafona, o zé pagante já se ri das revoluções, mas também sabe que há muita malta calona.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Para a revisão constitucional é o que eu digo, a liberdade não se pode deitar fora, que discutem muito mas depois ficam amigos e o zé povinho é que fica sempre á nora.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Aí Agostinho.
- Aí Agostinha.
- Que rico vinho.
- Vai uma pinginha .
- Este país perdeu o tino.
- A dar ao fino, a dar ao fino.
- Este país é um colosso.
- Está tudo grosso, está tudo grosso.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Isto de implicar prá aí muitos teóricos, mas em teoria é só pela pouca prova e só falam dos tais excessos históricos, quando afinal a gente quer é malta nova.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- E olha que muitos, que se leia, que se oiça. Chegamos todos sempre á mesma conclusão. Ele há menino que não diz coisa com coisa e toda a gente no final lhe dá razão.
- Anda tudo a fazer pouco... da gente. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Aí Agostinho.
- Aí Agostinha.
- Que rico vinho.
- Vai uma pinginha .
- Este país perdeu o tino.
- A dar ao fino, a dar ao fino.
- Este país é um colosso.
- Está tudo grosso, está tudo grosso.
- Anda tudo a fazer pouco... da esquerda. Anda tudo a fazer pouco... da direita. Anda tudo a fazer pouco... da gente.
- Isto é que vai uma quincalharia política, ahm ."
Estamos fritos companheiros...
“SEM PASSAR PELA PARTIDA…”
ResponderEliminarEsta “ BRILHANTE” ideia do ME… mais uma… fez-me retroceder aos tempos em que o conhecido jogo “MONOPÓLIO” fazia as delícias da miudagem… e também dos adultos, diga-se.
Uma das regras do jogo expressa naqueles cartõezinhos (lembram-se?) era : “VÁ DIRECTAMENTE PARA A PRISÃO SEM PASSAR PELA PARTIDA E SEM RECEBER OS 2000 ESCUDOS”.
Ainda hoje ouço com frequência muita gente dessas gerações utilizarem a citada frase… excluindo obviamente a parte dos 2000 escudos.
No nosso “MONOPOLIZADO” sistema de ensino “caminha-se” a passos largos para entregar ao jogador/aluno no início do jogo, em vez de uma determinada quantia em notas, o tal cartãozinho agora devidamente contextualizado: “VÁ DIRECTAMENTE PARA A CONCLUSÃO DA ESCOLARIDADE SEM PASSAR PELA PARTIDA E RECEBA O RESPECTIVO CERTIFICADO DE HABILITAÇÕES”.
Eu preferia entregar a cada um dos “BRILHANTES IDEÓLOGOS” do ME o original cartãozinho… e já agora… também devidamente contextualizado: “VÁ DIRECTAMENTE PARA A PRISÃO SEM PASSAR PELA PARTIDA E SEM RECEBER QUAISQUER DAS (COSTUMEIRAS) ESCANDALOSAS INDEMINIZAÇÕES”.
Este MONOPÓLIO está viciado, dá aos alunos o sabor da vitória fácil… sem praticamente ser necessário jogar… para depois os tornar constantes “perdedores” ao longo da vida… por muito “duro” que “joguem”.
O jogo da “MAJORA” pretendia ser EDUCATIVO.
Abração para todos.
Agostinho
Olá Camarada Agostinho
ResponderEliminarEstá tudo frito por aqui...
Viva meus caros amigos.
ResponderEliminarGosto de vos ver por aqui. Sempre atentos.
Aquele abraço aos dois.
Quem é que consegue pensar numa solução destas? Estranho.
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