domingo, 20 de junho de 2010

jogo de cintura

 


 


 


Os católicos mais-mais-à-direita refilaram por causa dos casamentos gay. O PR recompensou-os com o funeral de Saramago. Se também é assim na economia, por que não um poeta?

6 comentários:


  1. Eleições presidenciais:

    □ Cavaco Silva: “Temos de ser mais ambiciosos”
    Cavaco Silva acumulará salário e reforma

    □ Manuel Alegre - o homem que recentemente se indignou com os prémios anuais auferidos pelos gestores de empresas participadas pelo Estado - acumula duas pensões do mesmo Estado. Uma reforma mais uma subvenção vitalícia…

    □ Fernando Nobre, no final de uma das suas intervenções, citou Sophia de Mello Breyner . "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado", virando-se depois para os jovens e desafiando-os: "Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais".
    Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que "acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros... Não é um Estado viável! Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis"…

    Cidadania

    □ Os papa-reformas , a última crónica de Saldanha Sanches
    O professor universitário e fiscalista, Saldanha Sanches perdeu a vida aos 66 ano. O jornalista Nuno Felício leu a última crónica ditada pelo fiscalista a já na cama de hospital onde viria a falecer. O título da crónica: os papa-reformas , um conceito que Saldanha Sanches aplica a dois tipos de esbanjamento público, as obras públicas desnecessárias, que acabam por anular o efeito benéfico de qualquer reforma e os papa-reformas propriamente ditos, que começam a acumular reformas desde " tenra idade".


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  2. Também está bem visto. Não decidi o voto, mas Cavaco é que não.

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  3. No dia da despedida de José Saramago, é oportuna uma pequena reflexão de homenagem ao homem!

    “O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever.”

    José Saramago escritor português, ao receber o prémio Nobel, em 1998, citando o avô, analfabeto.

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