Quem resistiu, ou ameaçou que o fazia, mantém-se como está por mais algum tempo. Mas que não haja ilusões: nesta questão dos mega-agrupamentos, como nas versões também tayloristas do estatuto da carreira docente, da avaliação de professores ou da gestão escolar, os mentores da desgraça crêem que é apenas uma questão de tempo e de perseverança. Os "académicos" que serviram estas causas e que agora não acreditam, com veemência, nestas soluções, também perceberam que estes políticos manipulam os resultados da investigação com o sentido de colorir as soluções "ponto-a-vestir" que intoxicam as suas cabeças e as dos serviços centrais do ME.
Se vale!!!
ResponderEliminar
ResponderEliminarA diarreia cerebral do ME não vai lá com Imodium.
E está tudo tão quietinho!
Queres ver que só vão acordar quando mais alguns milhares ficarem sem emprego no ensino?
Será que ninguém pensa nos alunos? Nem os pais?
Há pais (eu conheço) que acham isto maravilhoso, mas são só alguns, de certeza.
E a gestão das escolas? E os agrupamentos que já existiam? Vamos ter que batalhar muitíssimo, porque o bloco central pesa que se farta.
ResponderEliminarNão desistimos.
ResponderEliminarViva Isabel.
ResponderEliminarEstá a chegar de novo a
Viva Valdemar.
ResponderEliminarTemo de
Força aí.
Por aqui vamos resistindo e...cedendo. Esá difícil.
ResponderEliminarpor aqui ficou tudo megado.
ResponderEliminar