segunda-feira, 20 de setembro de 2010

areias movediças

 


 


Li que o FMI nunca acertou uma projecção económica. Também é conhecida a navegação à vista dos economistas. A explicação do passado é a tábua de salvação. Por cá, a agenda mediátca agrupa-os na receita do costume: cortes nos salários dos funcionários públicos, seguido de um corte nos salários dos funcionários públicos e se não for suficiente advogam um corte nos salários dos funcionários públicos. Parece que até economistas que a se reformaram do estado com menos de 50 anos de idade se transformaram nuns destemidos dos cortes.


 


As notícias de hoje são engraçadas. Enquanto aqui se diz que o spread da dívida a dez anos atinge novo máximo histórico face à alemã, mais abaixo, e no mesmo jornal, aqui, afirma-se que FMI acredita que Portugal vai conseguir reduzir défice para três por cento em 2013.

3 comentários:

  1. Apetece-me ser populista, como os reformados de elite do Estado que não sugerem cortes nas suas reformas preferindo aconselhar cortes nos salários dos funcionários públicos. A minha sugestão é simples: para receberem as chorudas reformas teriam de provar que não têm outra fonte de rendimento, tal como acontece com os subsidiários do rendimentos social de inserção.

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  2. Paulo G. Trilho Prudencio21 de setembro de 2010 às 11:07

    Viva Miguel.

    Boa. Muito certeira mesmo.

    Abraço.

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  3. Paulo G. Trilho Prudencio21 de setembro de 2010 às 11:08

    Viva Francisco.

    Nada que desculpar.

    Já lá vou.

    Abraço.

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