quarta-feira, 15 de setembro de 2010

franjas

 


 


 


 


Nunca esqueço esta frase de Vergílio Ferreira, aqui,: (...) uma forma de o medíocre convencido imitar a grandeza é não dizer mal de ninguém (...). Os anos de vida ensinam-nos muito nestes aspectos. Mais ainda se habitarmos um mesmo espaço profissional anos a fio ou se convivermos com um grupo de pessoas em momentos contínuos e sobreaquecidos.


 


Há outra verdade que o tempo vai apurando e que as condições referidas ajudam a certificar. Nem sei quem é o autor. É uma ideia que devemos ter sempre presente.


 


Diz o queixoso: falas com aquele tipo? O fulano fez isto e aquilo e mais não sei o quê. Responde o receptor da queixa: em regra, falo com quem quer falar comigo. Falar nem sequer é uma consequência de um juízo de valor. É falar apenas. Insiste o queixoso: mas com aquele fulano que fez ainda mais isto e ainda aquilo? Termina o receptor da queixa: também estou a falar contigo.


 


Sei que nada disto é fácil e mesmo o grande Amos Oz defende que em determinados momentos se tem de separar águas e não perdoar às franjas o que é imperdoável; mais com actos do que com retórica.



6 comentários:

  1. Venho diariamente cá embora nem sempre comente.
    Mas parece-me que o Paulo está a perder a pachorra. Certo?

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  2. Nós, Onofrinos, também
    bjos
    Paulo

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  3. Biologia animal e vegetal

    Parasitas são organismos que vivem em associação com outros aos quais retiram os meios para a sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro, um processo conhecido por parasitismo.

    Todas as doenças infecciosas e as infestações dos animais e das plantas são causadas por seres considerados, em última análise, parasitas.

    O efeito de um parasita no hospedeiro pode ser mínimo, sem lhe afectar as funções vitais, como é o caso dos piolhos, até poder causar a sua morte, como é o caso de muitos vírus e bactérias patogénicas. Neste caso extremo, o parasita normalmente morre com o seu hospedeiro, mas em muitos casos, o parasita pode ter-se reproduzido e disseminado os seus descendentes, que podem ter infestado outros hospedeiros, perpetuando assim a espécie.

    Cuidado com os parasitas que abundam nesse habitat.

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  4. Viva.

    Um bocado sem paciência para ter paciência; é verdade.

    Obrigado.

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  5. Viva.

    Obrigado ao anónimo Onofrino e ao O biólogo (um saber precioso).

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