O centralismo português é uma das causas do nosso atraso e apaga qualquer veleidade das províncias. Mas compreendo os receios com a regionalização e aceito a inquietação com a municipalização da Educação.
Há duas políticas que elucidam o estado de buraco negro a que chegámos: a generalização do nefasto programa de escola a tempo inteiro como se o país fosse um subúrbio de Lisboa e a ausência de responsabilização municipal nas taxas chocantes de abandono escolar.
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