Antes de irem à estratosfera justificar o aumento de impostos e a redução de salários, os que se escondem atrás de qualquer das forças políticas do arco da governação devem perguntar onde está o financiamento despejado na banca falida. Os irlandeses não eram um bom exemplo? Onde estão agora os arautos do supraime, tipo economista António Borges? Chega de nivelar por baixo e de apontar sempre para o lado mais fraco da balança. É bom lembrar que os irlandeses desembarcavam em massa na portela e investiam no imobiliário financiados pelos seus bancos. Se esse bancos faliram, os seus congéneres portugueses que emprestavam dinheiro em massa aos construtores civis têm de estar em situação idêntica. Logo, se a Irlanda anuncia isto hoje alguém tinha de se mexer ontem.
Défice da Irlanda dispara para 32 por cento do PIB com injecção de capital em banco falido
"O banco central da Irlanda anunciou que o financiamento necessário para que o Anglo Irish Bank não vá à falência, e assim “deitar abaixo” o país, subiu para 34 mil milhões de euros, no pior cenário, ...(...)"
Isto está tudo muito bonito. Eu agora só espero pelo momento em que as pessoas vão começar a pegar em paus e materiais afins para começar a partir coisas. É que são "crises" como esta que dão origem a revoluções e coisas afins.
ResponderEliminarSeria bom que os políticos e economistas estudassem um pouco de história, com ênfase nos primeiros 50 anos do século XX.
Subscrevo, Elenário.
ResponderEliminarAbraço.
ESRE TAMBÉM!!!!
ResponderEliminarCONSULTA ALGUM BRUXO!!!!
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