O desgraçado centralismo do ME abanou ligeiramente nos finais do século passado com a lei sobre autonomia e gestão das escolas, mas rapidamente se recompôs. Foi nessa altura que se iniciou o programa da rede de bibliotecas, que teve uma virtude fundamental para o seu sucesso ao nível do investimento: cada escola elaborava o seu projecto com a ajuda de especialistas e o financiamento adequava-se. Não havia, portanto, compras centralizadas em Lisboa e animava-se as economias locais.
Mas a guloseima é o que se sabe e o centralismo megalómano ajuda. Por isso, não se estranha que se desbaratem 25 milhões em vigilância electrónica e com os resultados que se vão conhecendo.
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