domingo, 21 de novembro de 2010

economia da educação

 


 


 


Vouchers para todos, escolas tradicionais, especialista norte-americano, OCDE, escolha da escola, direitos (e os deveres?) dos pais, exemplo para Portugal, fórum para a liberdade da Educação, fundação luso-americana para a Educação, admitir alunos independentemente do nível socio-económico, famílias deixam de pagar propinas nas escolas privadas, mercado da Educação, escolas privadas fazem melhor do que as do estado, charter schools e por aí fora, são designações e ideias agendadas que pretendem privatizar lucros na escolaridade não superior e que alimentam a área que faz título deste post. E como se vê, especialistas em economia são estudiosos pouco confiáveis.


 


 


Há muito que se sabe que uma sociedade com ambição escolar, e que cuida bem dos seus petizes, tem bons níveis de sucesso escolar. As melhorias fazem-se com tempo, estabilidade e em gerações sucessivas. Quando o imediatismo desorientado toma conta das decisões - é ainda pior se as condições políticas põem os orçamentos da Educação vulneráveis aos gananciosos meio-desempregados do subpraime - pode esperar-se o pior para os sistemas escolares, a exemplo do que tem acontecido com o sistema financeiro contemporâneo.


 


Pais devem ter liberdade para escolher a escola, defende especialista em Economia da Educação


 


Ministério não reage a recomendação de Cavaco para mais transparência na relação com colégios privados



9 comentários:

  1. O problema não é os pais terem o direito de escolher! O problema são as machadadas dadas na escola pública para abrir o caminho aos privados!!!! Esse é que é o nó da questão!!!!

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  2. Concordo consigo.

    O Público dá descaradamente tempo de antena a uma organização com uma agenda política bem determinada como se fossem independentes ou isentos! Caros jornalistas, não têm vergonha desta peça de propaganda descarada? Onde é que pára a vossa deontologia? Depois de mais que provado que o sistema neoliberal só provoca desemprego e estagnação, ainda há uns profetas que insistem nestas tontadas dos "mercados"? E os nossos media basbaques e papagaios dão-lhes trela!

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  3. Qualquer dia tiro o escalpe aos caras-pálidas. Ai tiro, tiro...

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  4. Subprime e não a coisa esquisita que escreveu.

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  5. Cavaco é uma figura amorfa, gasta e desinteressante. Vive há 15 anos à sombra das estradas que fez com o dinheiro que na altura chovia da União Europeia. O resultado está à vista: muita infraestrutura e nenhuma estrutura. Há muitas estradas, falta é o dinheiro para pagar a gasolina...

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  6. Sei, obrigado. No início da coisa, li num texto de economia a expressão escrita prepositadamente como subpraime. Achei piada e ficou. Não sou o único. Há mais quem use o neologismo

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  7. Lembro que já aqui elogiaste uma charter school americana que resolveu delegar nos professores a gestão do estabelecimento em vez de contratar um "principal".

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  8. Este seu comentário obriga a pensar.

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