As posições históricas dos professores de Santo Onofre começam a ser bem compreendidas, até pelos que se fanatizaram na defesa deste PS que nos desgovernou. Levou tempo, mas até dá para sorrisos de circunstância.
Uma comunidade que vinca bem a ideia de antes quebrar do que torcer, corre riscos com os "arrependidos" e com os oportunismos internos e externos. O mais caricato que pude observar foi a ideia de os "pôr na linha". As questões do profissionalismo nunca estiveram em causa para a generalidade dos professores que eram os mesmos que ajudaram a colocar a escola no patamar que se sabe. Fiquei sempre com a sensação que quem apontava esse dedo via-se insistentemente ao espelho.
O último jantar da confraria tem mais reportagens no blogue da Filomena Ruivo Ferreira (com o detalhe da receita da acorda). Uma das imagens mostra como os professores de Santo Onofre tentam seguir conselhos ministriais para tornar ainda mais competente a sua relação com os alunos. Não ouvem é muito bem.
AHAHAHAHAHAHAHAH
ResponderEliminarPensam eles que nos vieram pôr na linha!
ResponderEliminarVai a corja e quem os apoiou.
Mostrámos que fomos e seremos profissionais!
Só tu para dar ânimo ao pessoal. A verticalidade e a coerência vencem sempre. Nada melhor do que uma boa consciência.
ResponderEliminarBem hajas.
Divinal lol
ResponderEliminarNão ouvem e não são nem infantis nem IMBECIS, carago.
ResponderEliminar
ResponderEliminarEsta expressão do "pôr na linha", quando a leio ou ouço, faz-me sempre lembrar a minha bisavó quando de mim se queixava, todos os dias à mesma hora, ou seja, quando a minha mãe chegava da escola: " Ela hoje está impossível. Tens de a pôr na linha." Eu tinha 3 ou 4 anos.
Uns tempos mais tarde, já em idade escolar, ouvi a minha mãe contar que fez "trinta por uma linha" para me "pôr na linha". Achei piada à expressão, mas tive dúvidas que me tivesse posto na linha. Consultado o dicionário, constatei o seguinte:
TRINTA POR UMA LINHA:
Significado: Coisas várias; coisas sem conta; coisas disparatadas; grande trapalhada; enorme confusão.
Origem: A expressão fazer trinta por uma linha aplica-se a quem faz muitas coisas, todas de seguida, sem parar, normalmente de cariz problemático ou negativo.
Esta expressão é composta de «trinta» e «por uma linha». «Por uma linha» significa «a fio», «a eito», «a seguir» (como se estivesse a seguir uma linha, sem dela se afastar). «Trinta» é um número não só associado a realizações humanas de alguma dimensão, de que é exemplo a expressão «estar com trinta sentidos» (que significa «estar muito atento»), como aos trinta dinheiros que Judas terá recebido por ter entregado Jesus aos seus inimigos.
Assim, «trinta por uma linha» significaria «trinta coisas de seguida, a eito, sem parar» («trinta» = «muitas»), o que, naturalmente, sugere ou se transforma em «grande trapalhada», «enorme confusão».
Fiquei a pensar: "Se queria pôr-me na linha, porque fez trinta por uma linha?" E será que eu precisava de ser posta na linha?
Viva Isabel.
ResponderEliminarBem se suspeitava: a coisa é mesmo genética
Fabuloso este post, Paulo.
ResponderEliminar