A megalomania teve um breve intervalo para que a abertura do ano lectivo não fosse ainda mais confusa. Mas os arautos da grande escala não descansam. Como não pensam pôr os pés numa escola nos anos mais próximos, e muito menos numa sala de aula, continuam a defender um conjunto de teorias a aplicar nas escolas "despesistas" dos filhos dos outros; sim, leu bem. As escolas frequentadas pelos filhos de quem toma estas centralizadas decisões são privadas e não se agrupam.
Há quem diga que a ideia é terminar com a existência de escolas públicas não amontoadas. E depois o PS que nos desgoverna admira-se quando lhes dizem que deram cabo da escola pública e do seu poder democrático. Não deve existir uma escola sede, dos agrupamentos que já existem, que não esteja a funcionar pior e as pequenas escolas amontoadas (do pré-escolar e do primeiro ciclo) perderam a pouca autonomia que conheceram. Se acrescentarmos a este desnorte o modelo de gestão em curso, temos explicada uma boa parte da tragédia que se abateu sobre o nosso sistema escolar. Mas mais: não conheço quem defenda o contrário e os argumentos da despesa não colhem. Havia muitas outras maneiras de cortar na despesa.
A próxima semana trará novidades.
Reabram os sanatórios... que os manicómios são insuficientes...
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ResponderEliminarBom, bom era acabarem com a verticalização, pois não há pré nem 1º ciclo que tenha melhorado após a morte dos agrupamentos horizontais.
E o que mais impressiona Isabel, é que não se ouve quem diga o contrário. Parece uma coisa de doidos: caminhamos de modo imparável para a destruição.
ResponderEliminarestes xuxialistas não têm remédio
ResponderEliminarClaro! Mas é que há mesmo tanta maneira de cortar nas despesas! E maneiras que não destruiriam a escola pública. A escola e o ambiente. Há dados concretos que provem que se gasta menos com este modelo de gestão?
ResponderEliminarOs laranjas são mais do mesmo... estamos fritos!!!!
ResponderEliminarLOUCOS!!!!
ResponderEliminarTudo isto é muito triste. E presidente da república até intervém para criticar... os cortes nos subsídios aos privados. Dos megas quer lá ele saber.
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