segunda-feira, 22 de novembro de 2010

reduzir

 


 



 


 


 


A Fenprof defendeu junto do actual chefe do PSD a extinção das direcções regionais da Educação e fez bem. Embora estas decisões careçam de uma decisão mais ampla e estruturante, tem de se começar por algum lado. A organização administrativa portuguesa é a babilónia que se sabe e fonte de um colossal despesismo. Organismos com funções que se repetem e entidades do estado que existem em círculo é o mundo conhecido. A ausência de autonomia local na Educação é gritante e antiga.


 


A necessidade portuguesa de redução entra, finalmente, pelos olhos dentro. É pena que a "coragem" nacional se fique pelo Robin dos Bosques em versão invertida.


 


Mas um orçamento de base zero é a palavra de ordem. E não se pense que isso deve ficar ficar pela traquitana do estado. As organizações sindicais devem dar o exemplo. Limitar mandatos e custos. A parafernália de propaganda impressa a cores e em papel de luxo associada a documentação no mesmo registo, não é do tempo das novas redes, por exemplo. Não basta apontar o dedo sem dar o exemplo. Há que dar sentido aos financiamentos. Há um duro caminho a percorrer, se não queremos que a força sindical tenha os dias contados.

7 comentários:

  1. Também acho. Os sindicatos há muito que deveriam conter-se um bocado, além de descer à Terra,claro.

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  2. Boa crítica. Desejo que leiam MESMO.

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  3. E partilhou -:) pelo facebook deu jeito -:)

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  4. O orgulho que hoje tive em ser sindicalizado. Até o saboreei com um elevar de copo tinto de tinto. Que nem todos os dias recordamos por que razão nos sindicalizámos. Vezes há em que ser sindicalizado não passa de uma obstinação, de uma homenagem. Hoje não. Apenas espero que não se trate de um grito de revolta mas de um ponto programático.

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  5. Só ouço colegas fartos de pagar quotas...

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