Como os economistas não acertam uma sobre o futuro, quem em lê e processa informação também tem direito a sentenciar. Tenho ideia que ninguém sabia muito bem o que fazer com a banca que perpetrou a hecatombe financeira. Vi Teixeira dos Santos fazer afirmações que me arrepiaram - que dava a vida pelas contas públicas e que os cortes financeiros resultantes da reorganização da máquina (desculpem o eufemismo) do estado (fim dos governos civis, diminuição de autarquias, redução do pessoal de gabinetes, não recurso do estado a escritórios de advogados e mordomias ilimitadas) eram amendoins e que o que era importante era reduzir funcionários e cortar nos salários - e não tive dúvidas sobre o caminho que Portugal seguiria.
Se acrescentarmos o envolvimento dos "braços" do actual presidente no BPN, podemos concluir que a cooperação estratégica será muito lenta a processar esta informação.
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