O primeiro-ministro não se cansa: elogia as aulas de substituição a propósito dos resultados do PISA2009.
Confrontado com a constatação de uma jornalista, a propósito do inglês e da informática no primeiro ciclo, sentencia: "(...)mas os alunos com 15 anos não beneficiaram dessas medidas. Isso é verdade, [outros] irão beneficiar(...)".
Para não perder o pé, o chefe do governo passa para a política mediática e defende-se com a incompreensão do seus adversários na aplicação de medidas.
Faz revisionismo histórico e não conhece a realidade. Nunca um governo teve tanto apoio nos média para aplicar "reformas". Bastava soletrarem umas vezes a palavra reforma que passavam a heróis.
Quem conhece como se processam as aulas de substituição, só pode abanar a cabeça. Afirmar que essas aulas contribuem para a melhoria nas literacias do PISA é descomunal. Quando muito uma percentagem muito reduzida, que se deve circunscrever à efectividade da troca de aulas por parte de professores da mesma turma. E mesmo isso, só mais tarde se poderá referir como causa.
Obrigado.
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