domingo, 9 de janeiro de 2011

emersão de submarinos

 


 



 


 


 


A agenda da direita portuguesa alucina-se quando o poder deixa de ser uma miragem. Ontem eram os diretórios da Alemanha e da França que ameaçavam com o FMI se o companheiro Cavaco Silva não fosse bem tratado pelos eleitores. Hoje é o presidente do PSD que pede boleia. Não sei se o submarino tem lugar para ele.


 


É sempre bom recordar que há um PS que governou com a agenda deste pessoal dos mares profundos e que apenas acrescentou uma carga de má burocracia para anestesiar as ditas corporações de intelectuais. Está de saída da governação, deixou a esquerda em muito mau estado, mas parece que vai com os bolsos bem recheados.


 


Passos Coelho diz que se FMI chegar é sinal do “falhanço” do Governo

4 comentários:

  1. É bom lembrar que o pinóquio está a governar com a bênção do senhor dos passos...

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  2. A Esquerda tem de se regenerar depressa. O PS tem de acordar e ontem é tarde

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  3. O FMI tem sido muito criticado ultimamente, pois impõe medidas severas de contenção de gastos públicos, não considerando tais gastos como investimentos. A Ação Global dos Povos promoveu vários Dias Globais de Ação contra o Sistema Capitalista com manifestações por todo o mundo com início em 18 de Junho de 1999 (Colónia, Alemanha) durante a cimeira do FMI, marcando um novo tipo de mobilização do movimento antiglobalização. O nível de instabilidade em países em desenvolvimento gera um grau de desconfiança em relação ao Fundo, fazendo com que as medidas para a concessão de empréstimos sejam austeras. No entanto, alguns fatos vêm nos demonstrando que à medida que o grau de confiança do FMI aumenta, há uma flexibilização das condições dos empréstimos. Recentemente, foi concedido ao governo brasileiro um acordo piloto que permite utilizar US$ 1 bilhão em investimentos públicos sem que eles sejam contabilizados como gastos. Durante os próximos três anos, o governo brasileiro poderá utilizar esse dinheiro sem ter que contabiliza-lo como custo. O retorno financeiro é o fator mais importante na escolha de determinado projeto a ser implementado com base nessa folga orçamentária que será ..

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  4. Num comício com lotação esgotada num anfiteatro no Barreiro, o líder do PCP perguntou onde estava a magistratura activa de Cavaco Silva “quando assistia ao afundamento do país, à degradação e empobrecimento dos portugueses”, respondendo de seguida: “Estava na Presidência da República incentivando a tal cooperação estratégica [com o Governo PS] e na promoção dos consensos para atacar as condições de vida e dos trabalho daqueles de que agora faz piedosas declarações de defesa e de solidariedade”.

    “A isto chamamos hipocrisia. Quem é de direita, deve assumi-lo claramente. Quem está de acordo com este Orçamento, com todas as suas malfeitorias, deve assumi-lo”, desafiou.

    Jerónimo de Sousa mostrou-se ainda confiante que os portugueses “não se deixarão enganar pela bem urdida campanha mediática que dá como certa a vitória de Cavaco Silva na primeira volta”. “Cavaco Silva só ganha se tiver mais votos que a soma de todos os outros e isso está muito longe de estar garantido pela tradição”, defendeu.

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