A televisão entrou, por excepção, pouco depois das 19h00 porque o Sporting jogava na SIC. Finda a partida, o comando descansou na RTP 1 e na entrevista a Defensor Moura. Quatro mandatos consecutivos como autarca finalizados de forma controversa. Disseram que o seu partido não o quis. Não tolerar os caciques da sua zona foi a resposta do candidato, que contrariou assim a acusação da entrevistadora de ser um intolerante e um rejeitado.
Pouco antes do desmentido, tinha assegurado que o seu sucessor foi escolha sua e que quem disser o contrário está a mentir.
Não vou acusar a jornalista Judite de Sousa de pouco conhecedora da democracia por não ter explorado o paradoxo. Pareceu-me apenas que estava a fazer um frete. Também, pudera: entrevistar um republicano com convicções monárquicas e aspirante a cacique com veemências anti-caciquistas, não é para qualquer paciência.
MODELO DE XUXALISTA EM VOGA!!!!
ResponderEliminarOs paradoxos do nosso tempo, ou de todos os tempos?
ResponderEliminarInfelizmente, os paradoxos dos candidatos à presidência, não se limitam a Defensor Moura.
ResponderEliminarCavaco é um paradoxo. Aliás deveria ser mesmo case study. Repare-se no que ele diz e no que fez, quer como PM, quer como Presidente.
Manuel Alegre não lhe fica atrás. Defende justiça, igualdade, socialismo mesmo mas acumula as pensões que acumula. Resta saber porque ainda se candidata...
Às tantas
ResponderEliminarIsto está mesmo mau
ResponderEliminar