terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

riscos

 


 



 


 


Quando um movimento de pessoas quer afirmar a sua verdade para além do que existe, as reacções cautelosas fazem-se ouvir. Teme-se que a coberto da melhor das intenções possa medrar a mais populista das ideias ou que o seu espaço seja preenchido por outros.


 


Os democratas têm sempre muito cuidado nas críticas que fazem para que não se abram portas ao populismo. Mas tudo isto tem limites; e o primeiro deles é determinado pela impossibilidade de conter a injustiça.


 


Os movimentos na blogosfera e nas redes sociais são determinantes, embora não tenham a eficácia das acções de rua. Mas não basta ir para a rua, é necessário que essa representação dê corpo às vontades não institucionalizadas. Quem não adormece sem contar eleitores, apavora-se com a rua e principalmente com a heterodoxia. É um pouco disso o que pode ler, aqui, aqui, e aqui, a propósito do que se vai passando com o bonito milhão do facebook.

3 comentários:

  1. Já devíamos ter saído para a rua.
    Espero que simultaneamente também se junte um milhão no Porto.
    Duas, mega maga manifestações.
    Lisboa, avenida da Liberdade e Porto avenida dos Aliados.

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  2. Partilhei no grupo, espero que não te importes:-)

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