O silêncio mediático sobre o exemplo islandês terá alguma relação com a revolução democrática que por lá se está a verificar? Parece que desde Abril de 2010 que a Islândia desapareceu do mapa.
O silêncio mediático sobre o exemplo islandês terá alguma relação com a revolução democrática que por lá se está a verificar? Parece que desde Abril de 2010 que a Islândia desapareceu do mapa.
Enormíssima verdade.
ResponderEliminarTb me pareceu
ResponderEliminarDe facto! Que se passará por lá depois daquela história toda?
ResponderEliminarTambém me fez recordar o seguinte - há uns 3 anos li na primeira pág. de um diário em grande parangona que o atraso português se devia às baixas qualificações dos portugueses. Pouco tempo depois, no suplemento económico de um jornal, que já não posso precisar, nas páginas interiores num cantinho da pág. leio que estudo de organismo estrangeiro, que tb não lembro, concluíra que o atraso português se devia à pouca qualidade das elites económicas. No Verão de 2010 leio nos jornais a posição de Portugal numa lista de países da OCDE onde era maior a diferença entre os 10%, (ou 20% ? - não lembro exactamente), mais ricos e os 10% mais pobres e Portugal era o 2º mais desigual entre a Turquia e o México. Não lembro já qual era o 1º. Também li mais ou menos pela mesma altura, num jornal, a posição das Universidades portuguesas no " ranking de eficiência " de Universidades da UE e Portugal também constava, neste caso, em penúltimo. Creio que entre a Bulgária e a Eslovénia ou Eslováquia. Também não lembro exactamente. E noto que estas notícias estavam em pequenos quadradinhos nas páginas interiores o que contrasta com a 1ª página e título principal dando conta das poucas competências dos portugueses. Ou seja que a imprensa portuguesa, quando se trata de iluminar as falhas dos portugueses pobres usa holofote e quando se trata de falar das falhas das elites usa uma velinha de aniversário. Mas o que me faz espécie é o PORQUÊ deste tratamento diferenciado quando se trata de uma ou outra classe de cidadãos.
Ainda sobre notícias - Também há uns 2 ou 3 anos saíu na imprensa o nível de rendimentos anuais dos gestores de topo na UE . Lembro estes nºs, Reino Unido 750 mil, Portugal 270 mil, Espanha 250 mil e Alemanha 180 mil. Presumo que em euros. Esta notícia vi comentada entre Mário Crespo e Odete Santos na SIC. A propósito reproduzo a opinião de M.C. para O.S: « não acha que, não sendo assim, os melhores, não seriam convocados para resolver os problemas do país?»
ResponderEliminarAproveito para perguntar porque será que "os melhores" portugueses precisam de mais 90 mil euros anuais que os alemães para se sentirem convocados? Não sendo assim, o quê? Iam em massa para o RU?