sexta-feira, 4 de março de 2011

vá lá

 


 


 


Desta vez o ex-presidente não remeteu para o inexequível modelo de avaliação de professores a responsabilidade pelo estado caótico das contas públicas. Em 18 de Outubro de 2010, escrevi este post em que dava conta das seguintes afirmações num programa de grande audiência: "(...)Quando vejo dois ex-presidentes elegerem a avaliação de professores como um dos principais exemplos da coma que atingiu o país, entro no estado de "permanente" abanar de cabeça e convenço-me que não temos solução. É falência pela certa. Não sei o que Ramalho Eanes e Jorge Sampaio sabem de avaliação de professores. Mas sei que a avaliatite incontinente dos professores situou-se no primeiro lugar das duas ou três causas com que retratam a nossa pré-bancarrota.(...)".


 


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4 comentários:

  1. A sorte dele foi que a filha e filho não estão desempregados...

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  2. Cá para os meus lados chama-se "comedor" a um tipo como este. E é graças a estes "comedores" que o país está neste estado.

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  3. Os ex presidentes que quisessem intervir na vida pública, fazer comentários, por exemplo, deveriam ter de demonstrar primeiro que, sei lá, por exemplo, não têm nenhum filho ou filha colocado profissionalmente em manifesta situação de favorecimento.
    Se porventura se apurasse que isso acontecia, deveriam ser proibidos de fazer comentários exigindo, sei lá, por exemplo, que o povo dê e não peça ao estado.
    Deveriam acessoriamente ter de enfiar uma edição à escolha de uma obra sua no orifício anal até que desaparecesse por completo.
    Isto deveria constar de uma lei porque, como dizem alguns bandalhos, a lei é a moral da república e a consciência moral uma folha de papel higiénico usada, digo eu.

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