“Não vai ser rápido, nem fácil”, diz director-geral do FMI
Então estamos como peixe na água. Se é para complicar e tornar tudo muito difícil e impossível de aplicar, então entreguem a coisa aos mentores da avaliação de professores que têm logo a elite política e opinativa conquistada e o lumpen a aplaudir.
Os sindicatos marcarão umas manifestações, mas assinarão entendimentos ou acordos logo a seguir.
Aliás, a não aceitação do iluminado modelo por parte dos professores foi o motivo da nossa vexatória perda da independência. Cá para mim, ainda mandam os escolhidos, vulgo professores, para a europa do norte onde o célebre modelo é motivo de chacota.
"Temos que entrar nos eixos"? Quem é que este senhor pensa que é? A maior parte das decisões sobre gastos são feitas por políticos como ele! O que é que nós, o povo português, temos a ver com o que o irresponsável Estado Português decidiu fazer do nosso dinheiro nos últimos tempos? Penso que a linguagem utilizada por estas pessoas que decidem o nosso futuro (sim, são eles que decidem o nosso futuro, como foram eles que decidiram o nosso passado) deveria ser mais moderada, porque na verdade, os grandes culpados de toda a situação actual são estes senhores. "Vocês vão ter que entrar nos eixos"... Incrível a lata desta gente... Isto é demonstrativo das qualidades Humanas de quem metemos na política... que falta de Humanidade, que discurso tão cego... está a tentar fazer-nos sentir culpados ...
ResponderEliminarOh Paulo, nem parecem coisas tuas! Então tu achas que depois de andares anos e anos a seres fodi** e refodi** era com uma rapidinha que te safavas?
ResponderEliminarLembra-te do "Último Tango em Paris"...
Grande filme. Ainda noutro dia o revi no CCC das Caldas da Rainha e continuei surpreendido como se conseguiu reduzir uma obra prima a um detalhe vulgar.
ResponderEliminarEstes tipos da "elite" financeira começam a ficar enjoativos