quinta-feira, 14 de abril de 2011

leituras diversas

 


 


Escusam de ter pressa, tipo adolescentes retardados a jogarem aos jotas, e dizerem que os finlandeses não gostam dos portugueses, do mesmo modo que já o insinuaram com os alemães ou com os franceses. É bom que coloquem outras hipóteses.


 


Por exemplo, os cidadãos das democracias podem estar a manifestar uma acentuada saturação com os critérios dos ditos mercados e das suas agências. E se os eleitos representam os Estados, têm de corporizar esses sentimentos antes que a explosão caia na rua.


 


Na Islândia é isso que está a acontecer e não é porque o país seja constituído por cidadãos imaculados. Aliás, quem empurrou a pequena ilha para a falência foram islandeses corruptos em primeiro grau.


 


Vamos lá ser claros: como é que se pode assegurar transparência, se quem dirige as agências de rating tem interesses na compra das dividas soberanas? A ideia que começa a prevalecer é que não se pode alinhar eternamente com este estado de coisas.


 


 


Parlamento finlandês pode inviabilizar empréstimo do país a Portugal


 


 

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