Francamente: não me surpreenderam as apresentações de Ferro Rodrigues como primeiro da lista do PS para Lisboa e de Fernando Nobre no mesmo lugar no PSD. Aliás, por este caminho será possível que disputem os votos na capital com Carlos Carvalhas pelo CDS, com Santana Lopes pelo PCP, com Ricardo Salgado pelo BE ou com José Policarpo pelo PCTP/MRPP. A situação é de bancarrota e todos os esforços no sentido da união são insuficientes.
Defendo que a questão dos independentes é conjuntural e acontece por ausência de identidade na relação com os partidos políticos ou por dificuldade em se obedecer à disciplina partidária. Não é um crime passar-se de uma condição para outra. A militância e a dependência são coisas diferentes. Há militantes independentes e não militantes dependentes e por aí fora.
Às tantas, o que está mais em causa é o facto das candidaturas ao parlamento estarem reservadas aos partidos políticos. A forma como se fazem listas também não ajuda nada, desde logo por nem sempre se garantir a identificação dos candidatos com os distritos por onde concorrem. E depois, já se sabe: a democracia é imperfeita por definição e as pessoas e os seus exemplos fazem toda a diferença.
O espectáculo vai recomeçar!
ResponderEliminarC-E-R-T-E-I-R-O NA MOUCHE LOL!!!!!!
ResponderEliminarMais um candidato a Pinóquio .............
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