sexta-feira, 6 de maio de 2011

a divisão administrativa e os escolhidos

 


 


Chega a Troika e descobre: desde o século XIX que só acrescentam mapas. Não pode ser. Têm de recomeçar.


 


Os responsáveis ficam estupefactos e reagem: mas não bastava amontoar escolas?



8 comentários:

  1. As autarquias mexem com a clientela política e as escolas não mexiam. Agruparam e meteram os partidos lá dentro.

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  2. O que é que em Portugal não depende dos partidos políticos? Ai de quem se atreva...

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  3. Muito bem vista, Paulo, essa analogia com os agrupamentos escolares... e que agora também já são hospitalares e o que mais se verá.

    É sintomático ter que vir a Troika para que se trate a sério de um questão importante em Portugal: o desajustamento das freguesias e dos concelhos às realidades territoriais actuais. Espero que, de caminho, extingam os Governos Civis.

    - Isabel X -

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  4. Eu cá extinguia era o país.Isto não tem viabilidade desde o século XVI.

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  5. E ai de quem não seja da "Cor" está feito:
    Ultrapassado, Ostracizado, Ameaçado e Repreendido que nem criança ...!
    lol...e esta hen!!
    os "Sem-abrigo politico" buscam sempre o melhor partido para os seus desejos de "trepadeiras floridas" está na hora de se colocarem na fila farejando a oportunidade.
    Vai ser bonito vai ...Viva a TROIKA

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  6. Alguém disse que Portugal tinha 38 quadros de divisão administrativa (foi em 2002, salvo erro, agora deve estar pelos 40 e tais) em de um como seria moderno e razoável.

    A questão das escolas é muito vasta, claro. Há sempre despesa para reduzir, o modo como se agrupou associado ao novo modelo de gestão e´a desgraça que se sabe. Quem exerce funções em escolas não agrupadas nem imagina, Isabel X. É muito

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  7. Está cheio de razão, Paulo!

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