Talvez não seja ousado afirmarmos que não é possível identificar escolas de gestão escolar. Apesar destas organizações serem estudadas, e de a forma como organizam a sua oferta estar no centro do debate político das sociedades actuais, podemos inscrever uma lógica de desconhecimento quando pretendemos conhecer quais as filosofias de gestão e as culturas organizacionais que estão em confronto.
Há caminhos diversos quanto há forma como as redes escolares se vão estruturando, mas o reconhecimento das escolas como organizações com características próprias é um universo de estudo que começa a dar os primeiros passos.
São cada vez mais os investigadores que referem o elevado caderno de encargos da escola como a componente essencial da crise actual da instituição. Se lhe associarmos o escasso tempo que as famílias dedicam à educação das crianças e dos jovens, encontramos um problema que não respirará melhor com um debate político minado pela propaganda, pela manipulação e pelas receitas de analistas que sabem-de-tudo-e-de-mais-alguma-coisa.
Essa é que é essa, carago. A escola não aguenta ataques tão violentos. Botam faladura sem saber nada do assunto. Vão da filatelia à canoagem como quem esfrega um olho ou muda de camisa.
ResponderEliminarNem mais...
ResponderEliminarÓ Viegas , tu que intendes bem o pobo diz-me lá: se este murcãoe do inginheiro ganhare, o que vai ser da gente , carago? Num achas que estamos trambicados?
ResponderEliminarmaria do norte
Trambicados? Ora essa, carago. Temos chuços para quê?
ResponderEliminarO azeiteiro leva cuns finos na penca se isso suceder!!!
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