domingo, 15 de maio de 2011

a escola e as campanhas eleitorais

 


 


Talvez não seja ousado afirmarmos que não é possível identificar escolas de gestão escolar. Apesar destas organizações serem estudadas, e de a forma como organizam a sua oferta estar no centro do debate político das sociedades actuais, podemos inscrever uma lógica de desconhecimento quando pretendemos conhecer quais as filosofias de gestão e as culturas organizacionais que estão em confronto.


 


Há caminhos diversos quanto há forma como as redes escolares se vão estruturando, mas o reconhecimento das escolas como organizações com características próprias é um universo de estudo que começa a dar os primeiros passos.


 


São cada vez mais os investigadores que referem o elevado caderno de encargos da escola como a componente essencial da crise actual da instituição. Se lhe associarmos o escasso tempo que as famílias dedicam à educação das crianças e dos jovens, encontramos um problema que não respirará melhor com um debate político minado pela propaganda, pela manipulação e pelas receitas de analistas que sabem-de-tudo-e-de-mais-alguma-coisa.

5 comentários:

  1. Fausto Viegas (Norte)15 de maio de 2011 às 22:56

    Essa é que é essa, carago. A escola não aguenta ataques tão violentos. Botam faladura sem saber nada do assunto. Vão da filatelia à canoagem como quem esfrega um olho ou muda de camisa.

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  2. Ó Viegas , tu que intendes bem o pobo diz-me lá: se este murcãoe do inginheiro ganhare, o que vai ser da gente , carago? Num achas que estamos trambicados?
    maria do norte

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  3. Fausto Viegas (Norte)16 de maio de 2011 às 23:01

    Trambicados? Ora essa, carago. Temos chuços para quê?

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  4. O azeiteiro leva cuns finos na penca se isso suceder!!!

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