Se a ideia de mobilidade social está associada à melhoria da qualidade de vida, é preciso estar por cá, conhecer o terreno, saber o que se passa e não cair no elogio fácil a propósito de um programa que tem sido maltratado pela propaganda mais descarada e despesista. Bem sabemos que este é mais um produto da tal sub-família do ISCTE, mas as pessoas da primeira linha envolvidas não mereciam isto.
nota-se que está tão fartinho dos xuxialistas
ResponderEliminarDestes? E é caso para menos?
ResponderEliminarDe todos os socialistas!Fartinha! Eu é que não tenho coragem senão ia a Fátima a pé se aspirante a engenheiro emigrasse para o Dubai! O raio que o parta!
ResponderEliminarmaria do norte
O Programa Novas Oportunidades tem coisas boas e más como tudo. As boas são trazer novamente à escola alunos que foram impedidos, por circunstâncias várias, de aprender e evoluírem como cidadãos (actualmente há alunos que têm todas as condições para estudar e não o querem fazer). As más são os chamados processos RVCC, que reconhecem competências a pessoas que não possuem qualquer percurso escolar que lhes permita esse reconhecimento. Outro aspecto negativo é o facto de qualquer entidade sem o mínimo histórico poder dar formação e essa formação não ser devidamente acompanhada pelas entidades oficiais.
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