Há uma fatia de portugueses que detesta o que é público. É um fenómeno estranho e antigo. Se há serviços do estado que tiram qualquer um do sério, também é verdade que sem os serviços públicos o bem comum não teria atingido patamares que se reflectem no extraordinário aumento da esperança de vida, por exemplo. Esse ódio é, em alguns casos, provocado por ciúme social e noutra grande parte por preconceito ideológico. Quando lemos declarações que confirmam a segunda asserção, não deixamos de nos beliscar.
Acho que o Cravinho está a assobiar para o lado...Isto é O ajuste de contas com o 25 de Abril.
ResponderEliminarEste é um cravo, não um cravinho, que temos atravessado pelo corpo todo, este pai das SCUTs, exploradas pelos amigos das PPPs, tudo de borla e quem vier atrás que feixe a porta. Devia ter vergonha, aliás, como a maioria dos políticos portugueses independentemente do partido. Os políticos de hoje não são Homens, são uma catrefada de aldrabões sem honra, sem palavra, sem dignidade. Este é apenas mais um, que ainda por cima tanto alarde faz contra a corrupção. E ele a vê-la passar, mesmo debaixo do seu nariz.
ResponderEliminarA função pública de(ver)ia parar uma semana para que toda a gente percebesse o que acontece se acabarem com os estes chulos da sociedade, estes sacanas que vivem do estado e que são uns parasitas malandros.
ResponderEliminarEstes chulos do goberno bibem de quê, carago?
ResponderEliminarÓ Viegas
ResponderEliminarTodos os gobernantes bibem à conta do zé pagante. Cambada do carago! Metem nonjo!