Passos Coelho disse um rol de coisas em campanha eleitoral que não cumpriu. Nem adianta refutar. Pior: fez o contrário num registo que se pode considerar de inverdades e está a exercer de um modo semelhante ao seu antecessor. Lá terá as suas justificações e os últimos dias têm sido férteis em desculpas que não convencem e que só pioram a circunstância movediça.
Perdeu-se a possibilidade de liderança demasiado depressa. A mentira é fatal e agrava-se quando nem o mais elementar erro é reconhecido e se tenta passar o "odioso" para outro elemento da organização. Era preferível assumir a mentira ou o erro. As lideranças afirmam-se com um exercício corajoso nos momentos mais difíceis. Os cortes em subsídios, por exemplo, não são tão difíceis de tomar como se quer fazer crer. O que começa a evidenciar-se é o princípio ideológico tout court e a desorientação sobre o resultado que se vai obter.
Austeridade abrange “toda a sociedade portuguesa”
A mentira alastrou-se e passou a um hábito nos diversos níveis de gestão. O exemplo vem de cima e é uma vergonha o que acontece na sociedade portuguesa.
ResponderEliminarcada dia uma nova justificação... um diz o outro desdiz...
ResponderEliminarQuem diz que a ruína do país advém do funcionalismo público, nem sequer quer saber se tem ou não razão. O importante é que haja um pretexto para que sejam outros a pagar a crise. Como dizia o outro, ninguém quer a igualdade, quer é ser bem pago, o resto é conversa. A propósito, o Público está tão pró-governo que até cheira a propaganda. Deviam ter mais decoro. Será que este comentário vai ser censurado?
ResponderEliminarFez o "cursinho" na privada. Meia dúzia de papers de segunda categoria com uns somatórios e gráficos em Excel. Este "técnico" tem falta de Currículo e de conhecimentos. Onde é que estão os papers a sério ó homem? Nessas revistas qualquer imbecil publica.
ResponderEliminarCAMBADA DE MENTIROSOS!!!!
ResponderEliminarEnfim, não é Susana?
ResponderEliminarDesorientação Silva Pereira.
ResponderEliminarÓ Jorge: isto não é o Público, que raio.
ResponderEliminarPercebe-se a indignação.
ResponderEliminarPassos Coelho criticava o governo PS por não cortar na gordura do estado. No que me diz respeito, sempre soube que essas gorduras eram os salários pagos pelo estado. Esqueçam insititutos, fundações e quejandas. Não chegam para quase nada!
ResponderEliminarE o BPN, BPP, BCP e por ai fora Luís? Para se ser justo e eficaz deve cortar-se nas gorduras todas. Há tb a questão fundamental do exemplo. As benesses ilimitadas de uma minoria não podem continuar.
ResponderEliminarQuando digo "esquecer", não quero dizer deixar de lado. Simplesmente sei que essas gorduras não chegam para nada no que respeita a dívida.
ResponderEliminar"Há tb a questão fundamental do exemplo. As benesses ilimitadas de uma minoria não podem continuar." -
Tinha percebido, claro.
ResponderEliminar