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terça-feira, 6 de junho de 2017

da EDP e das manigâncias

 


 


 







As manigâncias das "elites" foram péssimas para o país e as justificações já enjoam. Qual é o argumento de Mexia para usar a EDP (empresa pública) e patrocinar (2010) Manuel Pinho numa cátedra na Universidade de Columbia? É natural que seja uma das linhas da investigação. Manuel Pinho passou do BES para o Governo, donde saiu em 2009.



 



No ano do patrocínio (2010), e como exemplo a que estava mais atento, o Compromisso Portugal (de Mexia) advogou o despedimento colectivo de 50 mil professores (foram "só" 42 mil no período em que a PGR investiga a EDP). Este discurso é populista? Mas é por causa dos "elitismos" da EDP, PT, BES e por aí fora, que as eleições no ocidente estão no estado que se sabe. Despedimento de professores e cátedras na Universidade de Columbia são assuntos do ensino.



 



Estas práticas envolvem muita encenação. Olhamos para trás e é isso que vemos. Contudo, um arguido não é um acusado. Apareceu Eduardo Catroga em defesa da honra da EDP. Quando olhamos para 2011, vemos a sua participação nos acordos com a troika e a passagem milionária para o conselho geral da EDP. Aguardemos o veredicto da dificílima tarefa da justiça que parece acusada de populismo. Antes isso do que demagogia e manigância. Esta peça do Expresso é interessante. Já a tinha lido na edição impressa e hoje está no site.







 

Nota: Na primeira frase pode substituir enjoam por enojam (escreve-se com as mesmas letras).

Não pondera a demissão

 


 


 


O que impressiona nas pessoas do universo das ilegalidades, é a encenação. Até arrepia quando se olha para trás e se percebe que mentiam. Veremos se será o caso. Imagino quem conhece os detalhes. Nesse caso, haverá profissionais de teatro interressados no modo. Diz o Público, que "Mexia garante que não houve benefícios de rendas à EDP". Um arguido não é um acusado. Já apareceu Eduardo Catroga em defesa da honra da EDP. Aguardemos o veredicto da dificílima tarefa da justiça. Mexia afirma a antiguidade do processo e diz que não pondera a demissão. 


"As ligações suspeitas entre Mexia, Pinho e Sócrates", é uma notícia do Expresso.


 

quarta-feira, 22 de março de 2017

arquivo de repetições: e depois não queremos os trump´s

 


 


 


Se os eleitores ficarem "totalmente" indiferentes à banalização do mal ou da mentira, uma democracia deve preocupar-se com a saúde. Há muito que se teme o fenómeno. É que um dia os eleitores "acordam" e viram-se para fora do mainstream.


As declarações do presidente do Eurogrupo são muito graves. É incontestável. É muito mau para a Europa. Mas há quase três anos declarou um mestrado com uma designação que não existia. Podia ser engano administrativo. Não foi. Não tinha esse grau académico, mas administrativamente continuou como presidente do Eurogrupo. A Europa está administrativamente assim. Se olharmos para a hecatombe moral dos políticos mainstream franceses com as suas legalidades administrativas, só por muita sensatez dos eleitores é que podemos esperar a derrota da extrema-direita francesa.


 


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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

o Banif, a PàF e os professores

 


 


 


PàF usou truques orçamentais eleitoralistas que "atrasaram e oneraram a operação Banif" e que influenciam o défice 2015 (mesmo que não entre no "défice excessivo") e o dos próximos anos. Depois das eleições, a mesma PàF mentiu sobre as rescisões de professores e sobre a relação desta variável com o apuramento do défice. Passos & Portas, mesmo na oposição e com coreografias de guinada ao centro, devem demitir-se como se percebeu logo na noite eleitoral.


 


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

PàF mente e continua a perseguição aos professores

 


 


 


A PàF mente de uma forma que pensei impossível. Afirmar que a "meta do défice está ameaçada por fraca adesão dos professores a programa de rescisões" é o grau mais baixo de governação a que assisti. Apesar do programa de rescisões ser "indecente", foram "contemplados" cerca de 50% dos candidatos e com critérios não públicos. Com o sentimento de "fuga" que se conhece entre os professores, faça-se um desafio: apresente-se um programa decente de "fuga" e veremos quantos milhares aderem no minuto seguinte.


 


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domingo, 22 de novembro de 2015

mais 1400 milhões para o novo banco?

 


 


 


Depois de ter mentido em campanha com os juros ganhos pelo Estado no BES, conheceu-se agora mais esta cratera. O ainda primeiro-ministro terá um nariz que, sem mais espaço para crescer, também recorrerá a coreografias mais ambientais.


 


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domingo, 27 de setembro de 2015

arquivo de repetições: estarão os eleitores completamente alheados ou fingem que não percebem?

 


 


 


 


Se os eleitores ficarem "totalmente" indiferentes à banalização do mal ou da mentira, uma democracia deve preocupar-se com a saúde. Sabemos da antiga presença da mentira em campanhas eleitorais, mas há limites. Quando o INE inscreve 4,9 mil milhões de euros no défice de 2014 que atinge uns tresloucados 7.2%, é inadmissível que Passos, sem mexer um músculo da face, anuncie uma vitória através dos juros a receber pelo Estado. O Estado emprestou ao fundo de resolução através de um empréstimo que contraiu; juros pagos com juros. A menos que a tortuosidade de Passos o levasse a pensar que o Estado emprestou à banca o que o Governo cortou além de troika: o que era ainda mais indecente. Défice, dívida, além da troika e emigração de piegas são outros ridículos em que caiu Passos Coelho. Era impensável o tratamento dado aos portugueses: sois parvos, insiste o candidato. Percebe-se ainda melhor o afastamento preocupado de Ângelo Correia, Ferreira Leite ou Pacheco Pereira. Mas a desfaçatez do "gerente" Passos é tal que anunciou um parabéns ao "sem medo" Tsipras. É impressionante esta descida para além do fundo.


 


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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

mas por que é que as aulas começam mais tarde?

 


 


 


 


"Mas este ano as aulas do não superior começam tão tarde", dizia-me alguém que habitualmente apontava as escolas como o principal problema do "sistema solar". É verdade: o Governo atrasou o início das aulas para que o caos nas colocações de professores obtenha um silêncio mediático. A história do calendário escolar regista alguns absurdos e acrescenta mais um. Alguém imagina a devastação que provocaria, a exemplo do ano anterior, a abertura dos telejornais com milhares de alunos sem professor? "A aberração chamada concurso  BCE vai de mal a pior, ficaram de fora mais professores do que nos anos anteriores e milhares de professores deixaram de ter vida própria para estarem em frente ao computador à espera de umas listas que ninguém sabe quando saem...", é uma frase que pode ser lida nas redes sociais e que traduz mais uma esperteza do Governo: desconcentrou as listas BCE para "agilizar" o processo e para que seja mais difícil contar as colocações duplicadas. É evidente que o atraso este ano será menor porque não existe o inenarrável erro na fórmula de graduação dos professores. Ou seja, o Governo pensou em "quase tudo", menos em quem concorre e nas suas famílias e nos interesses dos alunos e dos seus encarregados de educação. É como alguém disse: "para este Governo, parece que governar é uma espécie de enganar".


 


PS: só um pequeno detalhe: isto escapa à oposição e nem merece entrar nos debates?

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

colocações duplicadas para começar

 


 


 


Já tenho conhecimento de colocações duplicadas logo no primeiro dia. Assistamos ao desenvolvimento do inferno concursal; claro, que é um inferno para quem concorre, já que para Nuno Crato é a normalidade. Aliás, já acusou os avisadores de campanha eleitoral. Não há mesmo um pingo de vergonha, que raio. Cá para mim mudem as eleições para Novembro ou iniciem as aulas em Dezembro.

querem que corra mal?!

 


 


 


"Eles querem é que o concurso corra mal", disse o dirigente do MEC. É escusado acusar desse cepticismo os críticos do modelo "BCE" de colocação de professores. O processo já correu muitíssimo mal tal a monstruosidade burocrática que criou associada à ocorrência de incontáveis imprecisões "impossíveis" de corrigir. O problema do MEC é apenas com a mediatização e não faltam manobras de ocultação da realidade. É lamentável, realmente, que o ministro aponte os outros de eleitoralismo. Nuno Crato inspira-se na personagem da imagem.


 


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domingo, 25 de janeiro de 2015

Da batota no acesso ao superior

 


 


 


A batota no acesso ao superior já leva umas duas décadas a promover um rol de injustiças e de salve-se quem puder. Conhecem-se os principais instrumentos causadores da vergonha institucionalizada. Fica a ideia que a falta de coragem do poder político ficou sempre ligada à capacidade dos aparelhos partidárias para tratarem dos seus e das suas clientelas. A última década do sistema escolar ficou marcada por um conjunto de políticas que acentuaram o descrito. Não há nada a fazer? Há e, bem pelo contrário, até está tudo por fazer outra vez.


 


 


 

sábado, 24 de janeiro de 2015

da blogosfera - a educação do meu umbigo

 


 


 



Queirozeze, o virtuoso


 


 


Rankings que já vão quase no pré-escolar, numerus clausus e restante parafernália ultraliberal, a que poucos escapam, só podia dar nisto. O sistema escolar mistura com frequência duas sensações: vergonha e nojo.


quarta-feira, 2 de julho de 2014

silly season (4) - sociedade de pleno emprego? Passos ensandeceu e já não tem nariz para crescer

 


 


 


 


É preciso um grande descaramento para anunciar uma sociedade de pleno emprego, mais ainda num "tempo de robotização" em que o desemprego estrutural é uma legítima preocupação. Passos Coelho iniciou o mandato para além da troika e provocou uma "destruição criadora". Na área a que estou mais atento, a Educação, mentiu tanto durante a campanha eleitoral que nem nos devemos admirar com estas tiradas.


 


 



 


 


 


 


 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

de campanha em campanha

 


 


 


 


 


Quem, em 2011, perguntasse por cortes em salários ou subsídios dos funcionários públicos, recebia de Passos Coelho uma resposta veemente de protesto por se estar a inventar uma mentira. Estávamos em campanha eleitoral e quem mentiu foi o actual primeiro-ministro.


 


O novo governante começou a logo a cortar para além da troika, é bom que se recorde. Primeiro, classificou os actos como provisórios. Mais tarde, "decretou" a impossibilidade da sua recuperação para agradar a uma das partes da guerra interna que fomentou. A seguir, anunciou a recuperação total dos cortes até 2020. Hoje, e já em campanha eleitoral, prometeu a recuperação de 20% em 2015 (ano de eleições legislativas). Os restantes 80% serão recuperados se forem despedidos ainda mais funcionários públicos, numa altura em que os números deste grupo profissional são muito inferiores aos que existem nos países da União Europeia e da OCDE. Tudo isto assenta em extremismo ideológico para além da troika e em incompetência.


 


 


 



 


 


 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

um exemplo da realpolitik

 


 


 


 


 


A experiência diz-nos que as campanhas eleitorais são muito parecidas e que não é por acaso que a democracia está suspensa e que as contas do país estão capturadas pela corrupção sistémica. Veja um vídeo de campanha do PS para o 1 de Abril de 2014 e diga lá se não encontraríamos vídeos do género nas mais diversas campanhas. Só Assis dava um estudo de caso. Mas convenhamos: Passos Coelho atinge um pico qualquer e devia viajar, com o seu Governo, só com ida.


 


 





 


 

segunda-feira, 31 de março de 2014

francamente

 


 


 


 


 


Francisco Assis, que não há muito parecia "um "Rosalino" a bombardear argumentos ultraliberais" contra os professores, e depois de anos a fio em consenso com os cortes a eito, aparece agora, em período de pré-campanha, a acusar o Governo de ser "ideologicamente extremista".


 


É esta incoerência e oportunismo que origina o descrédito dos políticos (em França parece que 65% da população considera os políticos desonestos) e que abre as portas da eleição democrática aos extremismos (como se verifica em Portugal com o PREC vigente de sinal contrário). A história da Europa conhece bem os resultados destes comportamentos.