Mesmo considerando que vivemos em crise financeira, só há duas hipóteses para o frenesi governativo de impor empobrecimento para além da Troika: excesso ideológico ou o propósito maquiavélico de fazer todo-o-mal no início a pensar nas eleições de 2014. Até no sistema escolar o princípio se aplicou. Dos 200 milhões de euros de cortes acordados para 2011, Crato, o bom aluno, apresenta um diktak de 600 milhões.
Subscrito integralmente.
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