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sábado, 27 de abril de 2019

Leituras "Obrigatórias"

 


 


 



Blackrock: A empresa que está a mudar o capitalismo


"Depois da crise de 2008, uma empresa norte-americana quase desconhecida cresceu até dominar a economia mundial. Chama-se BlackRock e foi criada em 1988 por Larry Fink. É hoje um centro de poder global que controla os principais bancos e indústrias e aconselha os governos e os líderes mais poderosos. O seu enorme crescimento põe em risco uma das ideias básicas da economia moderna: a concorrência.(...)"


domingo, 6 de maio de 2018

da série "A ler mesmo"

 


 


 



Blackrock: A empresa que está a mudar o capitalismo


 


"Depois da crise de 2008, uma empresa norte-americana quase desconhecida cresceu até dominar a economia mundial. Chama-se BlackRock e foi criada em 1988 por Larry Fink. É hoje um centro de poder global que controla os principais bancos e indústrias e aconselha os governos e os líderes mais poderosos. O seu enorme crescimento põe em risco uma das ideias básicas da economia moderna: a concorrência.(...)"


segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

um simples factor

 


 


 


 


O ensino, como um espaço de liberdade a preservar a todo o custo por questões democráticas e civilizacionais, levou um abalo considerável no que levamos de milénio. Os promotores do ultraliberalismo dominante nem sempre tiveram consciência, a exemplo doutros momentos da história, do lado do muro que ocupavam. Aplica-se ao ensino o que Robert Linhart (1978), "Lês Archipels du Capital", registou nos factores de produção: 


 



"o capital já não é um factor de produção é a produção que é um simples factor do capital."


 


 


 


 


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

além da troika

 


 



 


 


 


Mesmo considerando que vivemos em crise financeira, só há duas hipóteses para o frenesi governativo de impor empobrecimento para além da Troika: excesso ideológico ou o propósito maquiavélico de fazer todo-o-mal no início a pensar nas eleições de 2014. Até no sistema escolar o princípio se aplicou. Dos 200 milhões de euros de cortes acordados para 2011, Crato, o bom aluno, apresenta um diktak de 600 milhões.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

a grécia e o risco

 


 


Foi-nos sempre dito que a dívida soberana não era alvo do risco especulativo do capitalismo selvagem. Mentiam. Na dívida soberana estavam, entre outros valores, o capital das pensões, os planos de poupança para as reformas, os depósitos a prazo em registos "conservadores", os salários da função pública e por aí fora. Agora, se o caos se instalar nem isso estará a salvo. Quando muito, e numa visão mais optimista, sobreviverá uma pequena fatia. Onde estará a parte maior?