A edição impressa do Público de hoje chama para a primeira página uma notícia que deve envergonhar quem exerce funções de direcção nas escolas, mas também os professores como classe profissional: "(...) O Provedor de Justiça alerta para práticas ilegais na contratação de docentes para as escolas. (...) Alguns são escolhidos por ordem alfabética".
Há quem diga que são direcções imaturas e não isentas que violam "princípios estruturantes da actividade administrativa" e que ofendem "direitos fundamentais" ao utilizarem critérios que contrariam a lei na contratação de professores ou na indicação de horários zero. Também se lê que já há direcções com processos disciplinares e mandatos destituídos por irregularidades. Contudo, e como ainda vivemos num estado de direito, era bom que se prevenissem estas situações que provocam danos avultados na vida de pessoas e que as indemnizações dos lesados se efectivassem de forma célere.
ResponderEliminarIsto é gravíssimo. Tenho chamado à atenção para casos que já sucederam e outros que podem suceder e é bom que a tutela esclareça isto. Caso contrário os casos irão aumentar.
vergonhoso
ResponderEliminarMuito bom este blogue. Parabéns!
ResponderEliminarAndámos durante Setembro e Outubro na blogosfera a divulgar casos e casos destes.
ResponderEliminarO provedor abriu a pestana.
"Inté" m'admira. Deve ser por saber que não dá em nada.
É Paulo: muito grave que não dê em nada. Aguardemos.
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