segunda-feira, 14 de novembro de 2011

diferenças?

 


 



 


Não gosto da crítica infundada e por isso atribuo a falta de rosto ao poder financeiro que domina o mundo.


 


Contudo, não custa admitir que a jurisdição financeira associada aos bancos tomou conta do poder político. Não o aprisiona de vez por temor e estratégia neomaquiavelista-monetarista. São poucos os políticos com possibilidades de governar em roda livre. Na Europa caem todos, independentemente da tonalidade. Convocar a direita ou a esquerda é quase menoridade intelectual. Governa quem os "mercados" autorizam. E se se desviarem do rigor do "bom aluno" a porta de saída é inexorável, com exílio mais ou menos dourado.


 


Depois existem os fanatismos vários e as clubites mais ou menos acentuadas. Portugal é um país católico governado ao centro desde há muito. A banca tem um poder incalculável. Imagine-se o que seria se alguém de fora do arco governativo estivesse envolvido na face oculta, no BPN e por aí fora. Ou se o caso de polícia denominado de Madeira (a nódoa que nos fez perder a recente chancela de bem comportados) tivesse um esquerdista ao leme.  


Jardim negoceia com Passos resgate acima de seis mil milhões

1 comentário: