quinta-feira, 17 de novembro de 2011

revolucionário?

 


 


António Borges demitiu-se do cargo de director do FMI para a Europa por razões pessoais. Não são descritos os motivos e, naturalmente, deseja-se que não sejam situações pessoais graves.


 


Como alguém disse por email, a propósito de ter escrito que Vitor Constâncio poderia ser o nosso Mário Monti, também se pode especular com o nome de António Borges.


 


Ontem à noite tinha a televisão fora do alcance visual e ligada num debate que envolvia Pina Moura e Braga de Macedo. Quando fui ver um bocado, Braga de Macedo falava com o seguinte rodapé com uma afirmação sua: mudar o mandato do BCE seria revolucionário. Onde já vai o adjectivo. Mais à frente, quando justificava a não eleição de Mário Monti como um facto pouco relevante, considerou caricata a alusão à Goldman Sachs e "en passant" (que também significa um movimento especial de captura do Peão no jogo de xadrez) referiu a amizade do italiano com António Borges. Foi a despropósito e mais pareceu um acto falhado. Passos Coelho que se cuide.

1 comentário:

  1. Não abona nada quanto à sua "competência". O mais curioso nesta notícia é o Público ocultar que no Banco de Portugal nos anos 1990, ele foi um dos arquitectos desta desgraça chamada Euro e que durante 8 anos (2000-2008) foi um dos dirigentes da Goldman Sachs International, filial europeia da banca norte-americana implantada em Londres.

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