sábado, 21 de janeiro de 2012

justiça de perdição

 


 


Este fim de semana experimentámos "trocar" as edições impressas do Público pela do Expresso. O semanário continua a não nos convencer e amanhã voltamos ao diário de referência.


 


O primeiro caderno do Expresso tem, na página 22, uma crónica que nem sei se será habitual. A certa altura, a autora de "Justiça de perdição" escreve assim: "(...)A organização burocrática do ** potencia um atomismo ainda mais nefasto (...)".


 


Essa frase, e mesmo a maioria das outras passagens, podia ter sido escrita por muitos dos que têm caracterizado o MEC. É evidente que o texto de Maria José Morgado não tem qualquer ** e nesse lugar tem um MP. A analogia que faço serve apenas para reforçar o que se tem escrito sobre a traquitana do estado.


 


Só que no caso do MP, e como diz a cronista, até parece dar jeito no combate à corrupção. Aliás, na primeira página do jornal é escrito que a unidade de combate à corrupção perde um chefe e que o substituto só será nomeado em Março. Se fosse para o conselho geral da EDP ou de outra coisa do género a celeridade seria outra.

1 comentário:

  1. Será que é mesmo relevante a unidade de combate à corrupção ter um chefe, ou não haver qualquer hiato entre os mandatos dos chefes?!?

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