Gerimos com irresponsabilidade os dinheiros públicos e qualquer português com mais de um metro e trinta zurze na condição dos funcionários públicos. Se nas sociedades mais avançadas existe respeito por quem se dedica à causa pública e isso reflete-se no desempenho dos diversos serviços e na exemplaridade dos profissionais, no espaço lusitano é moda com pregaminhos a prática do tiro-ao-alvo-ao-funcionário-público.
Só assim se podem explicar as afirmações da presidente da Assembleia da República. Para defender os deputados do incumprimento de horários, socorreu-se dos alvos do costume: "(...)o trabalho dos deputados “não pode ser lido como se fosse a actividade de um funcionário público”. “Não pode ser comparado. Os deputados não têm horas certas, nem lugar certo de actuação"(...)". Enfim. Nem se discutem os argumentos, que são comparáveis à condição da maioria dos funcionários públicos que têm trabalhos de casa ou actividades que implicam deslocações permanentes. Trata-se da utilização do exemplo. E ainda há quem diga que Freud é datado.
Não há mesmo pachorra!!!
ResponderEliminarDivinal.
ResponderEliminarA presidente deve pensar que os portugueses são todos uns deficientes mentais ou então é ela própria atrasada mental. Esta 2ª hipótese é pouco provável porque a integração ainda não terá chegado à assembleia ( ou terá e em força ??).
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