quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

descendo

 


 


A memória é insuficiente e na versão colectiva torna-se muitas vezes injusta. Apesar disso, deveria existir um respeito mínimo pelas limitações do cérebro. Afinal, todos temos um e não existe outro caminho que não seja a sua utilização.


 


Nos últimos dias, o espaço mediático assistiu ao reaparecimento de figuras nucleares no apoio político a J. Sócrates; ex-governantes e jornalistas. Não esperava que, tão pouco tempo depois, fossem capazes de construir argumentação tão crítica; nomeadamente contra o uso da comunicação social através dos spin doctors ou na defesa do que outrora diabolizaram e consideraram como corporações-muito-mal-habituadas.

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