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segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Professores contra Professores é o Efeito Destas Tiradas Mediáticas

Professores contra Professores é o efeito destas tiradas mediáticas. Tem sido sempre assim nas últimas duas décadas. É evidente que atingem outro objectivo: denegrir a imagem dos professores e precarizar a sua condição profissional; e, claro, contribuir, de forma consciente ou não, para a falta de professores. Francamente: todos sabemos que os professores antes de Bolonha (e do mestrado exigido para se entrar no quadro) tinham a formação académica e profissional mais do que consistente e para lá dos graus académicos; aliás, o que acontecia também com outras carreiras da administração pública com dados percentuais idênticos.


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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

"Mais 600 milhões para pagar a professores", diz o spin

 


 


 


Consta por aí, e não vou procurar a fonte, que descongelar a carreira dos professores, incluindo os últimos sete anos e actualizando os salários, exigiria mais 600 milhões de euros ao OE2018 que é o equivalente ao descongelamento das carreiras de toda a função pública em 2018 e 2019. Aliás, também consta que a dívida aos professores já vai em 5 mil e 400 milhões de euros. Pois bem. Que sejam esses os números. E o que é que os professores têm a ver com isso, a não ser o facto de terem contribuído como ninguém para a redução do défice e terem sido alvo do maior despedimento colectivo da história? São, por acaso, um grupo de excluídos? Se não se descongelar carreiras, não há qualquer aumento de despesa. Se é para descongelar, que se faça para todos e com o faseamento possível. Ou será que não estou a equacionar bem o problema?


O que consta por aí é o seguinte:


 



«Descongelar carreira para todos os professores, devolvendo as progressões perdidas nos últimos sete anos e atualizando integralmente os salários, custaria 600 milhões de euros ao Estado. É tanto quanto o valor que o Governo pretende gastar com o descongelamento das carreiras de toda Função Pública em 2018 e 2019.»


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

enganei-me na previsão

 


 


 


 


O caso Tecnoforma, a ser verdade, é grave e pode ser apenas um efeito do já raro jornalismo de investigação. Mas quando há dias escrevi que a mediatização do caso Passos-Tecnoforma-1999 seria uma forma de desviar a atenção, não retirei peso ao assunto. O facto de se pegar num caso prescrito é que me pareceu o spin habitual. Nesta altura, a coisa parece que tem sinergias com as primárias do PS. Ou seja, depois dessas eleições já existe alternativa de Governo?


 


 



 


 


 


 


 


 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

só pode ser para desviar a atenção

 


 


 


 


Não sei se Passos Coelho já vai no registo de vale tudo para tergiversar, mas como o descalabro dos concursos de professores, com o SE Casanova a comandar as operações, se eterniza e o "citius" da justiça não tem fim, tudo indica que sim. Deve haver mão de conselheiros comunicacionais.


 


Mostrou-se aberto a todas as perguntas no caso prescrito Tecnoforma de 1999 (quem terá apresentado a queixa?) e hoje profere uma qualquer "salsicha educativa" no Conselho Nacional de Educação. Mais até em relação ao segundo caso, não posso acreditar que o primeiro-ministro seja de um nível tão rasca assim.


 


 


 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

porquê os professores?

 


 


 


Às 20h06 no telejornal de hoje da RTP1, o pivot anunciou: os "professores terão este mês os vencimentos sem cortes". Foi a segunda notícia e imaginam-se os cuidados na hierarquia dos alinhamentos. Foi uma notícia fugaz e sem mais explorações. Impressionante. Antes disso só a sentença de Cavaco Silva: "Se alguém pensa que está a pressionar-me, é melhor desistir".


 


Mas porquê os professores? Se há tantos grupos profissionais, não haverá qualquer suspeita do TC ser um lóbi dos professores ou de o Governo ter resolvido elevar o grupo profissional comprovadamente mais castigado no que levamos de milénio. O que será então?


 


 


 


 


 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

de vexame em vexame

 


 


 


 


Pesei bem o título e podia usar os substantivos do costume como humilhação e vergonha.


 


Como se tinha previsto, a já longa alienação vigente vexa diariamente os professores. Desta vez é a prova de avaliação para os professores contratados.


 


São os telejornais que abrem com o assunto ou os jornais diários que incluem o tema em primeira página e ainda estamos nos primeiros episódios do desmiolo. Um enjoo difícil de suportar.


 


Por outro lado, nas redes sociais tropeça-se com os justos apelos à não comparência ou com graves, e também justos, apontares de dedo a quem aceite corrigir as ditas. Um desvario e um movimento uniformemente descendente para a profissionalidade dos professores. Dá ideia que a tutela, e quem os "spina", lá consegue instituir a miséria e virar professores contra professores. O medo, e o medo de ter medo, corporiza a planeada dilaceração da atmosfera relacional e profissional.


 


Este tipo de vexame é cíclico. Foi assim com os professores titulares, com a entrega de objectivos individuais no modelo de avaliação mais insano que se conheceu, com a aceitação de cargos de avaliadores, com as primeiras participações no modelo de gestão e por aí fora. São anos a fio de uma negatividade que parece não ter fim.


 

sábado, 5 de outubro de 2013

de descaramento em descaramento

 


 


 


 


 


 


A manipulação da informação relacionada com a troika e com o segundo resgate andou a reboque do resultado (primeiro previsões e depois derrota conclusiva) do PSD nas autárquicas. Deve ser um guião proveniente de alguma loja instalada nas universidades de verão.


 


No dia da derrota, vi um noticiário por cabo que abriu com Durão Barroso a dizer que "nem se pense num segundo resgate" (48 horas antes tentou impressionar o eleitorado com a ameaça do dito segundo) e com Cavaco Silva a registar crescimentos económicos e segundo resgate para as calendas.


 


Dois dias depois, a guerra interna no PSD deve ter abandonado de vez Passos Coelho. Ontem, o Público deu nota do acontecimento.


 


 



 


 


O irrevogável Portas, uma das figuras mais nefastas das duas últimas décadas da nossa democracia, continua a dança em pontas e a ridicularizar a inteligência colectiva dos portugueses. Quando um político deste calibre ainda governa, e se imagina como candidato a eleições, é porque não tem qualquer respeito pelos eleitores.


 


 


 



 


 


 

sexta-feira, 8 de março de 2013

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

semear o pânico e legitimar a revolução

 


 


 


Há tempos, quando se lançou a passagem para 40 horas na função pública, um jornalista, quiçá assessorado, fez contas: se o horário de um professor é de 35 horas, passa a ter mais 5 horas lectivas (o impreparado pensou que se leccionavam 35 horas ou a assessoria era encomendada). A primeira página do seu jornal fez eco e parece que um canal de televisão ampliou o desassossego que invadiu as redes sociais.


 


Hoje, dá-se conta de um relatório do FMI que determina o despedimento de 50000 a 60000 docentes e não docentes  (a banca foi eliminada do léxico desta gente e as benesses ilimitadas, do género gabinetes ministeriais, continuam na categoria dos amendoins). Tem sido hábito a troika desdizer o Governo. Não me admirava que desta vez acontecesse o mesmo. Às tantas, pretende-se com esta notícia branquear os 10000, ou mais, professores já despedidos, dar um ar de Governo aquém da troika e apontar o dedo aos diversos funcionários públicos para se continuar a legitimar a revolução ideológica em curso.


 


É muita desorientação, realmente.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

ajustamentos na imaginação

 


 


 


 


 


O Governo fez uma proposta de orçamento que reduz para 12 dias as indemnizações por cada ano de trabalho. O CDS apressou-se numa contraproposta para o aumento dos dias e disse que terá o apoio parlamentar do PSD. O Governo afirma-se hoje com total "abertura" para rever redução das indemnizações para 12 dias.


 


É difícil fazer manipulação comunicacional de forma tão básica. Fingimos que cedemos aqui para que o resto fique incólume, deve ter sido o lema. Digamos que é uma maioria falha de imaginação e que ajusta e empobrece até a actividade de spin. Não deverá chegar ao final de 2013.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

do apagão e das coincidências

 


 


 


 


 


"Cheque-ensino, alargamento dos contratos de associação com cooperativas de ensino, gestão privada das escolas públicas, co-pagamento, propinas, ensino dual, vocacional e profissional realizado por privados, escolaridade gratuita no mundo conhecido e no desconhecido, custo médio por aluno ou por turma convenientemente manipulado, despedimento de mais professores nas escolas públicas, cortes no estado social com predominância para a Educação" e podia ficar por aqui a debitar a agenda mediática dos últimos dias, meses e anos.


 


Desde as primeiras páginas de jornais a especialistas instantâneos em Educação e passando por notícias com títulos que contradiziam o conteúdo, tudo isso se apagou dos sites dos órgãos de comunicação social com imprensa escrita e dos próprios jornais nos últimos dois dias.


 


Por mera coincidência, nas notícias do dia há destaque para o seguinte: Nuno Santos acusa: "É um caso de saneamento político"; Detetadas irregularidades em obras público-privadas; Portugal novamente condenado na Europa por lentidão da justiça; Portugal em 33º no Índice de corrupção, "posição dramática" a nível europeu; Onde andam os corruptos em Portugal?; Portugal em 33º no Índice de corrupção; e por aí fora.


 


 


Adenda: O cronista Daniel Oliveira acendeu uma vela no Expresso e parece que acordou.

sábado, 10 de novembro de 2012

tudo indica

 


 


 


 


Os spin´s dos governos anteriores aceleraram a queda governativa com a manipulação dos números. O processo foi alvo da justa ridicularização e atingiu-se o auge com o célebre relatório OCDE.pt.bravodébora.


 


A nova maioria começou cedo com o processo-informativo porque andava, e anda, muito nervosa com a possibilidade do fecho da oportunidade. Sabe-se que o MEC encomendou um estudo por causa do investimento médio por aluno e que foi acelerado quando se percebeu que as conclusões do último relatório do tribunal de contas não eram favoráveis aos interesses da laranja forte associada à rosa choque e ao táxi-limousine.


 


Parece que as conclusões do relatório, que se intitulará como AEEP.pt.bravonunocrato, que o MEC se prepara para divulgar, têm sido ajustadas para que os números sorriam ao fanatismo ideológico e à malta dos interesses.


 


Quando os assuntos de Estado chegam a este ponto é sinal de que os Governos estão em fim de mandato.

domingo, 9 de setembro de 2012

repetição de fenómenos

 


 


 



 


 


 


Por que será que se evidenciam as equivalências entre N. Crato e M. L. Rodrigues?


 


Talvez porque o MEC sofre de uma patologia incurável, treinada no clima anti-escolas e anti-professores e em que prevalece a lógica yesminister (com a inovação dos ministros passarem rapidamente a fanáticos correligionários) favorecida pela renovação de boys incompetentes. Será também de considerar o spin importado do Iraque do tempo de Saddam e principalmente as políticas Robin dos Bosques invertido que contaminaram o arco de poder na mudança do milénio. Se há um dado que está comprovado, é que nos aspectos referidos a actual maioria é de vanguarda.


 


O primeiro sinal foi o número de alunos por turma. N. Crato mostrou um desprezo pela sala de aula semelhante ao de M. Rodrigues quando esta se referia à componente não lectiva dos professores com mais idade.


 


O actual ministro podia argumentar com a troika e com os problemas orçamentais (um país que pede ajuda externa e que tem sindicatos dos médicos a queixarem-se à troika, para ver se são ouvidos, note-se, por causa das nomeações partidárias de directores na saúde, deve deixar os do triunvirato corados, mas com o peito completamente cheio), mas preferiu achar que sei lá o quê e que existiam estudos, que ninguém viu, que recomendavam pedagogicamente a decisão.

sábado, 1 de setembro de 2012

oásis ou spin?

 


 


 


 


O cinismo e a arte de mentir sedimentaram-se de tal forma na realpolitik que até um um discurso sensato, óbvio e equilibrado surpreende qualquer um. As afirmações da ministra da justiça na Universidade de Verão do PSD (a frequência deve equivaler a um pós-doutoramento em relações internacionais numa cooperativa de ensino) retratam a divisão que está a estalar no Governo ou são apenas spin?


 


"(...)defendeu este sábado que é essencial "apostar na dignificação da função pública", sobretudo quando que se pedem "muitos sacrifícios" aos trabalhadores do Estado, e sublinhou que "está por provar" a "maior eficiência" do sector privado.


"Não há reforma do Estado nem reestruturação do Estado se olharmos apenas para as estruturas administrativas e cortarmos cegamente, isso não resolve nada. Temos de ter programação, planeamento, formação e temos de apostar em algo que pode parecer supérfluo mas não é: a dignificação da função pública", afirmou Paula Teixeira da Cruz. (...) " Sem o sentimento de dignificação da administração pública também não vamos lá, sobretudo em tempos difíceis em que é preciso reconhecer que se estão a pedir muitos sacrifícios aos portugueses e aos funcionários públicos, designadamente".




Paula Teixeira da Cruz sublinhou ainda que não partilha "nada da ideia" de que há funcionários públicos a mais em Portugal. "Tem a mais em alguns sectores e a menos noutros e é isso que é preciso rastrear. Não se pode olhar de uma forma cega", sublinhou.


A ministra da Justiça disse ainda que quando se fala na reforma do Estado e em cortes de estruturas da administração não se pode também "cair na tentação de decapitar constantemente aquilo que é a massa crítica que existe na administração pública em detrimento do sector privado".


"Está por provar que o sector privado, ao contrário do que se diz muitas vezes, tenha maior eficiência que o sector público. Temos áreas de negócio onde isso é patente", acrescentou.(...)"

segunda-feira, 4 de junho de 2012

consolidação do sa(chs)que?

 


 


 


Já fiz tantos posts sobre o Goldman Sachs, e sobre o outrora guru do subpraime António Borges, que nem me apeteceu comentar quando, há três dias, o consultor do Governo afirmou que era urgente cortar nos salários um dia depois de um jornalista do Le Monde vir a Portugal denunciar o perigo da presença de António Borges nas actuais funções.


 


Tenho ideia que, depois da hecatombe de 2008, os tais PIGS foram escolhidos para uma espécie de laboratório de ideias ultraliberais que experimentam a enésima tentativa, as anteriores falharam redondamente, sempre à custa dos mesmos (classes média e baixa) como se uma injecção ideológica, dada atrás das orelhas de uns quantos, os fizesse não vacilar.


 


António Borges apareceu, caído de Marte, a implorar pelo urgente corte nos salários, precisamente no mês em que o primeiro subsidio é engolido na totalidade (para além de meses a fio com salários cortados). Não sei o grau de maquiavelismo científico do Goldman Sachs e dos seus satélites, mas posso imaginar que deste modo se lançou a discussão, entre os "pacóvios", para mais cortes enquanto se consolidam os que estão em curso. E mais: permitiu ao primeiro-ministro "contrariar" o consultor das privatizações e do Pingo Doce.


 


Se reparamos, uma das explicações para a forma como esse banco americano enganou a Europa do Sul é semelhante à das nossas PPPs: os representantes dos estados são incompetentes na interpretação dos sofisticados produtos financeiros. Pois.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

homens quânticos

 


 



 


 


Tenho a sensação que Cavaco Silva e Passos Coelho têm um qualquer culto por homens providenciais e que preparam meticulosamente as intervenções em funções. O problema é quando o ponto está longe e o inopinado é exigido. Os respectivos spins devem exibir mestria no conceito rotativo que lhes ofereceu a designação. "Cabeça à roda" deve ser mesmo a primeira escolha quando lhes sugerem uma ideia para um filme de terror.


 


Cavaco Silva disse na Finlândia que Portugal é um país para investimentos sofisticados e Passos Coelho afirmou que não estamos em tempo para falar de tradições. O primeiro está a fazer pontes com o país da Nokia e o segundo pede um delete ao passado depois de o ter feito ao futuro. São dois homens quânticos e tenho ideia que merecíamos melhor, apesar de existir quem entenda que cada povo recebe apenas o que lhe compete.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

descendo

 


 


A memória é insuficiente e na versão colectiva torna-se muitas vezes injusta. Apesar disso, deveria existir um respeito mínimo pelas limitações do cérebro. Afinal, todos temos um e não existe outro caminho que não seja a sua utilização.


 


Nos últimos dias, o espaço mediático assistiu ao reaparecimento de figuras nucleares no apoio político a J. Sócrates; ex-governantes e jornalistas. Não esperava que, tão pouco tempo depois, fossem capazes de construir argumentação tão crítica; nomeadamente contra o uso da comunicação social através dos spin doctors ou na defesa do que outrora diabolizaram e consideraram como corporações-muito-mal-habituadas.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

sucedem-se

 


 


Nos últimos dias, a blogosfera tem divulgado uma série de despachos governamentais que determinam o pagamento dos subsídios de férias e de natal, em 2012, às respectivas assessorias. O governo tem apresentado justificações que vão desde o nacional-copy-paste à posterior obediência à lei geral.


 


Hoje temos mais um. Às tantas, os spins começaram a inundar o espaço para instalar a rotina e o desagravamento.


 


 


domingo, 29 de janeiro de 2012

um dia depois

 


 


 


 



 


 


Quando vi a primeira página do Expresso, convenci-me que o presidente Cavaco Silva deve pôr em rotação excessiva os neurónios dos seus spins; é uma espécie de homem quântico. Com a "gaffe" recente da sua reforma, li a saliência de primeira página como uma ajuda mútua: o governo dá popularidade ao presidente, uma vez que já se suspeita do desnorte da actual sangria ultraliberal, o governo fica com um almofada para mais uns cortes, mas não tantos como queria o ministro das finanças, e o presidente aparece como o keynesiano salvador.


 


 



 


 


Quando hoje vi a primeira página do Público, interroguei-me: e quem são os cavaquistas? Há aqui matéria interessante para acompanhar nos próximos tempos e, pelo que se pode ler, os cortes nas pensões são um dos pólos da discordância, a par das restantes políticas de austeridade.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

spin conhecido

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


Os telejornais anunciam no início: metado do desemprego recente na função pública é de professores.


Pergunta aflita: Como é que se atenua isto, caro spin? Resposta sábia: 70 mil atestados médicos mais à frente.