Santana Castilho disse uma coisa que parece óbvia: uma organização progride se existir estabilidade no seu elenco de profissionais. Alguma blogosfera docente apareceu logo a questionar a conclusão e a pedir evidências empíricas. Chega a ser cómico o nosso desvario. Se Santana Castilho afirmasse o contrário, quem é que reagiria e como é o que o faria? Os adeptos da emigração dos outros advogariam de imediato a substituição dos portugueses por noruegueses, a aplicação de contratos semanais e o lançamento Atlântico dos que necessitem de mais do que três segundos para adaptação a novas realidades; e defendiam tudo isso a pensar no interesse colectivo, no aumento exponencial da natalidade e no bem da nação.
Que queiras defender a todo o custo Santana Castilho, é lá contigo.
ResponderEliminarEscusavas era de atirar areia ao olhos de quem aqui vem pondo na boca do Castilho aquilo que ele nunca disse.
Santa Castilho NÃO disse o que tu dizes que ele disse.
Alguns homens fazem qualquer coisinha para defender os amigos.
Francamente, meu caro Reitor. Nem estou a reconhecer o teu reconhecido sentido de humor, e desculpa a redundância.
ResponderEliminarNão conheço Santana Castilho (não conheço mesmo, aqui não há fugas virtuais, nem nicks e há até a fotografia do único editor) e não gostei quando dizes "Que alguns homens fazem qualquer coisinha para defender os amigos". Sabes muito bem que o meu registo é sempre o mesmo: em busca do pensamento livre, como está no topo do blogue. Não deves ter reparado. Ficas a saber que em 15934 comentários, raramente me disseram coisa assim ou aproximado. Talvez porque a maioria conhece-me bem: na via virtual e na outra.
O Santana Castilho escreveu: "Há 37 anos que não se resolve o óbvio: a qualidade do desempenho dos professores depende, antes de mais, da existência em cada escola de um corpo docente estável."
Alguma blogosfera reagiu. O resto do que pensei está no post. Já lá vou ao teu blogue ver se também reagiste.
Apesar de tudo, recebo aquele abraço.
muito bem, Paulo
ResponderEliminar