domingo, 20 de maio de 2012

quase

 


 


 



 


 


 


No mesmo dia em que o facebook entrou na NASDAQ estive quase, por mera coincidência, a fechar a conta na rede social. Ainda estou indeciso e só ainda não o fiz porque não me apetece perder uma série de registos e de contactos.


 


No dia da indecisão, aconteceu-me um momento de saturação. Entrei na rede, depois de um ligeiro interregno, e tinha umas boas dezenas de posts por ler. Comecei a correr a interminável lista e dei com um post com uma imagem invertida, cheia de likes e de comentários. Li as opiniões e nada se dizia em relação à posição da imagem. Falava-se das pessoas fotografadas e tudo decorria na normalidade. Reparei que o post merecia umas cinco partilhas. A minha perplexidade aumentava com a predominância dos animais domésticos de óculos escuros nos posts seguintes. Sou um resistente com limites, confesso.


 


Não sou muito dado a redes sociais. Quando me liguei à internet, aí por volta de 1994, achava muito interessante a participação em chats de software e aprendi muito nessa troca entusiasmada. Restringia-me a esse uso e vacinei-me.


 


No auge da luta dos professores, uns bloggers, amigos e companheiros, convenceram-me a linkar o Correntes no twitter e mais tarde no facebook para aumentar as audiênciasNesta altura, passo raramente pela primeira e coloco alguns posts na segunda. Aceitei todos os pedidos de amizade no facebook, ultrapassei os 2000 amigos e estou no estado que vos relatei.


 

3 comentários:

  1. É isso Carlos.

    Obrigado pelo vídeo.

    Já o postei para amanhã.

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  2. também quero deixar o facebook o mais rapidamente possível. a fazerem dinheiro à nossa custa, vendendo dados e passando-os. pior que a cia. totalmente de acordo com o artigo. obrigado.
    romeu

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