Recebi por email a seguinte circular interna sobre a privatização da TAP.
De: Comunicação e Relações Públicas
Enviado: sexta-feira, 29 de Junho de 2012 12:30
Assunto: Circular C4/18/2012 PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DA TAP
Para: Todos os Trabalhadores. Refª: C4/18/2012
De: Conselho de Administração Executivo. Data: 29/06/2012
Assunto: PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DA TAP
Para dar seguimento ao processo de privatização da Companhia, iniciado este mês pelo acionista, a Administração divulga a forma como se organizou internamente e os assessores que contratou. O processo interno será supervisionado pelo Conselho de Administração Executivo em permanente diálogo com o Conselho Geral e de Supervisão. A atividade terá um Comité de Coordenação liderado pelo Administrador Michael Conolly, com a participação dos Administradores Luís Rodrigues e Manoel Torres. A coordenação do fluxo de informações e necessidades da preparação do processo está a cargo de Maria dos Prazeres Monteiro, Diretora de Planeamento Estratégico Portfolio de Negócios e Performance.
Foram contratadas para assessorar a TAP, a Sociedade de Advogados CMS Rui Pena & Arnaut, a empresa de consultoria McKinsey & Company e a empresa de consultoria e auditoria Deloitte Consultores.
Por seu lado, o acionista contratou os assessores financeiros Citigroup e Barclays para liderarem o processo de busca de parceiros para a privatização, o BES Investimento e o Crédit Suisse, que acompanharão o presente processo, e ainda o escritório de advocacia Vieira de Almeida para o respetivo acompanhamento jurídico. Contamos com a continuada colaboração de todas as áreas para que os trabalhos já iniciados prossigam em bom andamento e com a qualidade que sempre nos caracterizaram.
Fernando Pinto
Presidente Executivo
“Foram contratadas para assessorar a TAP, a Sociedade de Advogados CMS Rui Pena & Arnaut…”
ResponderEliminarMAIS TACHOS PARA O ARNAUT???
[José Luís Arnaut
CMS Rui Pena & Arnaut
Advogado
Managing Partner
jose.arnaut@cms-rpa.com]
Isto está a ficar demasiado sobreaquecido Ana. É bom que alguém desenvolva a capacidade de ouvir.
ResponderEliminar"Alguém", numa situação democrática ou, se preferirem, num país não governado a partir do exterior e gerido por indivíduos não controlados internamente, seria o PR. Mas a este falta-lhe algum espírito de cidadania, capacidade intelectual e "outras" para desempenhar o papel político relevante que seria desejável (já de há uns anos para cá). Esse factor de equilíbrio e garante de justiça, infelizmente, não existe...
ResponderEliminarSubscrevo, se me permites, Carlos VC.
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