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terça-feira, 3 de julho de 2012

2 firmas de advogados, 4 bancos e 2 consultoras internacionais! É obra!

 


 


Recebi por email a seguinte circular interna sobre a privatização da TAP.


 


 


De: Comunicação e Relações Públicas
Enviado: sexta-feira, 29 de Junho de 2012 12:30
Assunto: Circular C4/18/2012 PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DA TAP

Para: Todos os Trabalhadores. Refª: C4/18/2012

De: Conselho de Administração Executivo. Data: 29/06/2012


 


Assunto:  PROCESSO DE PRIVATIZAÇÃO DA TAP


Para dar seguimento ao processo de privatização da Companhia, iniciado este mês pelo acionista, a Administração divulga a forma como se organizou internamente e os assessores que contratou. O processo interno será supervisionado pelo Conselho de Administração Executivo em permanente diálogo com o Conselho Geral e de Supervisão. A atividade terá um Comité de Coordenação liderado pelo Administrador Michael Conolly, com a participação dos Administradores Luís Rodrigues e Manoel Torres. A coordenação do fluxo de informações e necessidades da preparação do processo está a cargo de Maria dos Prazeres Monteiro, Diretora de Planeamento Estratégico Portfolio de Negócios e Performance.
Foram contratadas para assessorar a TAP, a Sociedade de Advogados CMS Rui Pena & Arnaut, a empresa de consultoria McKinsey & Company e a empresa de consultoria e auditoria Deloitte Consultores.
Por seu lado, o acionista contratou os assessores financeiros Citigroup e Barclays para liderarem o processo de busca de parceiros para a privatização, o BES Investimento e o Crédit Suisse, que acompanharão o presente processo, e ainda o escritório de advocacia Vieira de Almeida para o respetivo acompanhamento jurídico. Contamos com a continuada colaboração de todas as áreas para que os trabalhos já iniciados prossigam em bom andamento e com a qualidade que sempre nos caracterizaram.


 


Fernando Pinto
Presidente Executivo

sábado, 26 de maio de 2012

traído pelos números?

 


 


Qual será a explicação para que no presente ano lectivo se tenha reforçado a carga curricular nas denominadas essenciais e agora se estabeleça uma redução para um patamar que pode ser igual ou inferior ao que existia no ano lectivo anterior?


 


Suspeito que os tais indicadores macro exijam que a austeridade se tenha de aplicar com a implosão dos achamentos essenciais.


 


Há, como sempre, uma saída óbvia.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

da blogosfera - crime, digo eu

 


 


 


Lembram-se de um economista que vociferava contra o fim dos professores titulares e pela continuação do monstro da avaliação e que dizia que os salários dos professores é que provocavam o défice orçamental?


 


"boy" do psd acumula 14 cargos principescamente pagos

sexta-feira, 13 de abril de 2012

a formação e a industria dos milhões

 


 


Tenho ideia que uma boa parte das "intenções de implosão" por iniciativa do actual ministro da Educação já foram engolidas pela traquitana do MEC e pelos seus satélites. A formação de professores, a inicial e a contínua, tem movido milhões e movimenta-se num terreno que se aproveita da falta de esclarecimento dos formandos e da ausência de escrúpulos por parte de muitas instituições.


 


A certificação em competências TIC, uma coisa um bocado risível que acompanhou o despesismo no plano tecnológico da Educação, vai entrar na 3ª vaga e parece nascer poluída. Será publicada uma portaria que alterará a configuração do programa. E mesmo antes dessa publicação, já há um sindicato a promover acções de formação, pagas pelos professores, acreditadas junto do CCPFC.


 


Será que o Sindicato Independente dos Professores tem informação privilegiada? Será que estas coisas têm alguma relação com o assina-ou-não-assina acordos com o Governo?



Pode saber mais aqui.




terça-feira, 10 de abril de 2012

quer saber mesmo como é que chegámos à bancarrota?

 


 


Leia estas declarações e faça um simples exercício de multiplicação. Há gente que gasta fundos públicos sem critério e como se fossem bens ao seu dispôr. E não aprendem.


 


Participei no programa da SIC Notícias, Opinião Pública, no dia 8 de Setembro de 2010, das 17h00 às 18h00, com a moderação do jornalista Luís Marçal. Devo confessar que fui surpreendido com a introdução de uma peça propagandística de José Sócrates sobre estes assuntos (mais à frente falou um dos secretários de Estado). Não era fácil desconstruir de forma inopinada tanta demagogia, mais ainda num tempo em que os professores eram vistos como um grupo de corporativos que atrapalhava o comboio do progresso. Apresento os dois primeiros vídeos (são nove), o primeiro de 4.32 minutos e o segundo de 1 minuto, que a cortesia de uns amigos permitiu. É uma espécie de prestação de contas e serve para avivar algumas memórias.


 


Pode ver os restantes vídeos aqui.


 


 


 






terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

o gerente

 


 



 


É enjoativo o discurso carnavalesco dos dirigentes da maioria que governa. O conteúdo tem tanto de esperado como de escusado. A primeira década do milénio foi sempre assim: portugueses rotulados como uma espécie de parasitas pelos seus governantes. Quem não vive por cá não acredita em semelhante acontecimento, por mais sentido de humor que reúna o narrador. Às tantas, os lusitanos têm escolhido para os conduzir um friso de vaidosos sem remédio; e, como o espelho é sempre o melhor conselheiro, os eleitos vêem-se muito, gostam da figura e relatam-na.


 


Este post, com declarações de um anterior presidente do PSD, é uma boa caricatura. O senhor protesta porque os cidadãos querem a terça-feira de carnaval para lazer sem equacionarem a participação nos festejos. Querem ver que já são influências chinesas?


 


Depois há o nacional-faz-de-conta. O que importa é fingir que se está a produzir e são inúmeros os locais onde as chefias parecem atordoadas por não saberem o que fazer. O desnorte explica uma boa parte da bancarrota.


 


O actual primeiro-ministro recorda-me um "gerente". Está ali para gerir de acordo com os ditames e sem pensar muito. Se se der o caso de surpreender positivamente os "patrões", indo além das receitas mais temerosas, espera-se um mútuo esfregar de mãos e uma aflita interrogação: até quando?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

das natas

 


 


Fiquei perplexo com a conferência de imprensa do ministro da economia onde advogou a internacionalização dos pastéis de natas, embora compreenda a necessidade do nos afirmarmos nos negócios globais. Não percebi se era o próprio ministro o empreendedor da pastelaria de Belém ou se estava a encomendar a ideia. Se acontecesse outro fenómeno Papo D´Anjo, a dor de cabeça não seria sua. Vi o jovem empresário dos Pastéis de Belém a descartar a sugestão, porque considerou decisiva a sigilosa produção artesanal dos pastéis e não deu crédito à possibilidade de massificação da coisa.


 


Se a intenção do ministro era pedagógica, parecia-me melhor anunciar um programa de apoio e usar o Mateus Rosé como exemplo. A busca dos frangos de churrasco da Nando´s (que já experimentei) também não me pareceu feliz. Aquilo é incomestível e os consumidores da comunidade global podem não ser tão adeptos do plástico gustativo como um qualquer nicho de britânicos.


 


Encontro uma explicação. Como a imitação costuma ser o nosso desgraçado hábito, e considerando o recente convívio com os chineses, do partido único, que se têm revelado exímios em privatizações, os nossos governantes sentiram-se mandatados para protagonizarem a economia em vez de a (des)regularem e apoiarem. O desnorte dos neoliberais é evidente.


 

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

divertamo-nos, enquanto a recessão não se acentua

 


 


No dia em que se soube, veja-se lá a novidade, que a recessão em Portugal será mais grave do que se previa, os alunos de Milton Friedman que nos desgovernam atropelam-se para ganharem os favores do capitalismo de estado promovido pela China totalitária e pelo o seu Partido Comunista. É mais uma comédia com contornos trágicos. O tempo ajudará a perceber como vai a paciência do chinês.


 


Accionistas da EDP tentam proteger Governo da polémica das nomeações


 


Accionistas privados atribuem aos interesses chineses todas as escolhas polémicas para o CGS. Quase todas. Luís Amado e Edmund Ho recusaram convite para integrar este órgão.