O Governo, e particularmente o primeiro-ministro, não podem sair à rua (Portas prepara-se para as feiras e Relvas para sei-lá-o-quê).
Um amigo que esteve presente na conferência, julgo que a propósito de Adriano Moreira, em que Passos Coelho (apareceu sem qualquer anúncio público) recorreu aos Lusíadas, relatou-me o arrepio que sentiu com o comportamento dos seguranças e mais umas coisas sobre o chefe do Governo que me abstenho de escrever por não serem novidade.
Há aspectos do mandato de Passos Coelho que me impressionaram e que fui registando. Já nem vou recordar as inverdades imperdoáveis do período eleitoral. O mais dilacerante foi a espécie de superioridade moral que o levou a proclamar que "merecemos" esta austeridade.
Há umas armas de longo alcance e que nunca falham! E não há segurança que lhe valha. É só alguém se passar verdadeiramente!
ResponderEliminar