Por que será que se evidenciam as equivalências entre N. Crato e M. L. Rodrigues?
Talvez porque o MEC sofre de uma patologia incurável, treinada no clima anti-escolas e anti-professores e em que prevalece a lógica yesminister (com a inovação dos ministros passarem rapidamente a fanáticos correligionários) favorecida pela renovação de boys incompetentes. Será também de considerar o spin importado do Iraque do tempo de Saddam e principalmente as políticas Robin dos Bosques invertido que contaminaram o arco de poder na mudança do milénio. Se há um dado que está comprovado, é que nos aspectos referidos a actual maioria é de vanguarda.
O primeiro sinal foi o número de alunos por turma. N. Crato mostrou um desprezo pela sala de aula semelhante ao de M. Rodrigues quando esta se referia à componente não lectiva dos professores com mais idade.
O actual ministro podia argumentar com a troika e com os problemas orçamentais (um país que pede ajuda externa e que tem sindicatos dos médicos a queixarem-se à troika, para ver se são ouvidos, note-se, por causa das nomeações partidárias de directores na saúde, deve deixar os do triunvirato corados, mas com o peito completamente cheio), mas preferiu achar que sei lá o quê e que existiam estudos, que ninguém viu, que recomendavam pedagogicamente a decisão.
Em tempos, tive a infelicidade de falar pessoalmente com essa Maria de Lurdes Rodrigues, numa sessão de evangelização sobre ADD. Mesmo antes de eu abrir a boca para a contrariar, ela exalava desdém. Não enganava ninguém: o desdém vinha-lhe do tacho, como à outra, sua discípula, que era especialista em esparguete.
ResponderEliminarEspero nunca ter a infelicidade de falar pessoalmente com Nuno Crato, pois antes de chegar perto já me cheira a falsidade. A sua especialidade devem ser transgénicos.