Temos de acreditar que a teimosia ideológica não vai ao ponto de manipular as contas orçamentais.
Contudo, dá ideia que quem decide a esse nível (nas instâncias nacionais e internacionais) foi vacinado para o anti-sector público embora vá usufruindo das mordomias sem fim dos cofres estatais.
Se ler esta notícia...
"(...)Gastos sem salários sobem 18% na Defesa, Segurança e Diplomacia. O Negócios analisou a evolução da despesa de cada ministério sem os gastos com pessoal, com o objectivo de anular o impacto da reposição do subsídio de Natal dos funcionários públicos. Um exercício que revela um corte na Educação cinco vezes maior do que mostra o orçamento.(...)"
...ficará no mínimo com dúvidas sobre a concertarão à volta dos orçamentos de Estado e das respectivas dívidas.
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