segunda-feira, 19 de novembro de 2012

começa sempre assim - não é comigo, é um erro

 


 


 


 


 



 


 


Steiner, G. e Spire, A. (2000:30).


Barbárie da Ignorância.


Lisboa.


Fim de Século.

5 comentários:

  1. Certo, caro Paulo. Mas a que propósito?

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  2. É um dos livros que ando a ler e tem passagens muito interessantes. Tenho o hábito de fazer posts a partir do que leio. Foi esse o principal propósito.

    Também me lembrei do que se tem passado nos últimos anos com os professores, que são os casos que conheço melhor (se tivesse relatado todos as situações que conheci por telefone ou mail nos sítios mais diversos do país, tenho sérias dúvidas que quem esteve por fora acreditasse) , onde, e com as devidas proporções, sucederam situações "pensei que não seria nada comigo".

    Vamos ver o que o futuro nos reserva.

    Ainda sem querer fazer uma comparação literal (sinceramente), em Janeiro e Fevereiro de 2012 muitos vão olhar para o salário e pensar que foi um erro.

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  3. Caro Lúcio: Janeiro e Fevereiro de 2013, claro.

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  4. Obrigado pelo esclarecimento, Paulo. Admito que nem tudo o que parece, é. Ou, como dizia o velho Sigmund, "Muitas vezes um charuto é apenas um charuto". Mas, de repente, parece que todas as nossas desgraças - financeiras, sociais, económicas, políticas - se podem redimir na identificação e consequente imolação de um bode espiatório que queremos colher nas coordenadas geográficas Reno - Oder e temporais 1933 - 45. Erro crasso!

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  5. Seria um erro crasso, Lúcio.

    Fiz mais um post a propósito do assunto.

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