É um dos livros que ando a ler e tem passagens muito interessantes. Tenho o hábito de fazer posts a partir do que leio. Foi esse o principal propósito.
Também me lembrei do que se tem passado nos últimos anos com os professores, que são os casos que conheço melhor (se tivesse relatado todos as situações que conheci por telefone ou mail nos sítios mais diversos do país, tenho sérias dúvidas que quem esteve por fora acreditasse) , onde, e com as devidas proporções, sucederam situações "pensei que não seria nada comigo".
Vamos ver o que o futuro nos reserva.
Ainda sem querer fazer uma comparação literal (sinceramente), em Janeiro e Fevereiro de 2012 muitos vão olhar para o salário e pensar que foi um erro.
Obrigado pelo esclarecimento, Paulo. Admito que nem tudo o que parece, é. Ou, como dizia o velho Sigmund, "Muitas vezes um charuto é apenas um charuto". Mas, de repente, parece que todas as nossas desgraças - financeiras, sociais, económicas, políticas - se podem redimir na identificação e consequente imolação de um bode espiatório que queremos colher nas coordenadas geográficas Reno - Oder e temporais 1933 - 45. Erro crasso!
Certo, caro Paulo. Mas a que propósito?
ResponderEliminarÉ um dos livros que ando a ler e tem passagens muito interessantes. Tenho o hábito de fazer posts a partir do que leio. Foi esse o principal propósito.
ResponderEliminarTambém me lembrei do que se tem passado nos últimos anos com os professores, que são os casos que conheço melhor (se tivesse relatado todos as situações que conheci por telefone ou mail nos sítios mais diversos do país, tenho sérias dúvidas que quem esteve por fora acreditasse) , onde, e com as devidas proporções, sucederam situações "pensei que não seria nada comigo".
Vamos ver o que o futuro nos reserva.
Ainda sem querer fazer uma comparação literal (sinceramente), em Janeiro e Fevereiro de 2012 muitos vão olhar para o salário e pensar que foi um erro.
Caro Lúcio: Janeiro e Fevereiro de 2013, claro.
ResponderEliminarObrigado pelo esclarecimento, Paulo. Admito que nem tudo o que parece, é. Ou, como dizia o velho Sigmund, "Muitas vezes um charuto é apenas um charuto". Mas, de repente, parece que todas as nossas desgraças - financeiras, sociais, económicas, políticas - se podem redimir na identificação e consequente imolação de um bode espiatório que queremos colher nas coordenadas geográficas Reno - Oder e temporais 1933 - 45. Erro crasso!
ResponderEliminarSeria um erro crasso, Lúcio.
ResponderEliminarFiz mais um post a propósito do assunto.