Sempre que há uma catástrofe natural, mesmo que não seja de interesse mediático planetário, há dois argumentos muito usuais e que se contradizem: é a maior desde que há registos (e parece que cada vez é mais assim) e à escala do planeta são abalos insignificantes.
A escalada produtiva que temos vivido tem contradições insanáveis e basta pensarmos na industria de armamento. O seu desmantelamento criaria desemprego em massa e a sua manutenção provoca o flagelo que se conhece.
Quando lemos periodicamente notícias do tipo, "Clima: "O tempo está a esgotar-se", alerta responsável das Nações Unidas", concluimos que esta instituição está com o poder muito reduzido e que as "bolhas" vieram para ficar.
Steiner, G. e Spire, A. (2000:100).
Barbárie da Ignorância.
Lisboa.
Fim de Século.
choque
ResponderEliminarA fome e a guerra são catástrofes naturais que se sucedem. O Homem ainda pertencerá à natureza?
ResponderEliminarClaro e não é para menos.
ResponderEliminarBoa questão Rita, se me permites. Já Edgar Morin levantou a questão no paradigma perdido.
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