domingo, 16 de dezembro de 2012

do frenesi

 


 


 



 


 


 


A banca está a armazenar quantias astronómicas à custa das classes média e baixa e até a coincidência numérica de 4 mil milhões entre a "refundação" e a injecção no BPN dá vontade de sei lá o quê.


 


Reindustrializar e monitorizar a banca são as palavras mais usadas para a chuva de milhões que se adivinha. Faz lembrar a anterior saída do FMI de Portugal, em meados da década de oitenta do século passado, em que o populista e antipolítico Cavaco Silva chegou ao poder rodeado por uma seita de gananciosos que tratou de se apoderar da chuva de milhões que correspondeu à entrada na Comunidade Europeia.


 


Não aguentaremos outra escalada de corrupção. O que resta da consciência democrática no poder formal faz com que o Público puxe para a primeira página o temor com outra bolha.


 


Percebe-se o frenesi-de-privatização à volta do orçamento do sistema escolar. São muitos milhões e nem a Educação escapa. Parece que o Governo português apresentará, dentro de cinco meses em Bruxelas, as propostas financeiras para o Quadro Comunitário de Apoio de 2014 a 2020, que será sensivelmente igual ao anterior e que privilegiará a formação das pessoas. Dá ideia que a corrupção tem qualquer coisa de congénito.

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